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WASHINGTON, 8 Jun (Reuters) – O presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira estar considerando
conceder perdão a cerca de 3 mil pessoas "que foram tratadas de
maneira injusta", incluindo o falecido campeão de boxe Muhammad
Ali.
"Nós temos 3 mil nomes. Estamos analisando. Dos 3 mil nomes,
muitos desses nomes foram tratados de maneira injusta", disse
Trump a repórteres no gramado da Casa Branca, antes de partir
para uma cúpula do G7 no Canadá. Em alguns casos, suas penas são
"grandes demais", disse.
Trump disse estar considerando conceder perdão a Ali, que
morreu em 2016. O boxeador se recusou a servir às Forças Armadas
norte-americanas em 1967, alegando ser objetor de consciência, e
foi condenado a cinco anos de prisão. Ele nunca foi preso
enquanto recorria da decisão, e em 1971 a Suprema Corte dos
Estados Unidos anulou sua condenação.
"Estou pensando em alguém que todos vocês conhecem muito
bem, e ele passou por muita coisa e não era muito popular
naquela época", disse Trump. "Sua memória é muito popular agora.
Estou pensando em Muhammad Ali. Estou pensando muito seriamente
sobre isso".
Não ficou claro porque Trump estaria considerando um perdão,
já que a condenação de Ali foi anulada.
Trump também disse que irá conversar com jogadores de
futebol americano da NFL que têm demandado reformas na justiça
criminal do país e pedir sugestões de pessoas que foram tratadas
de maneira injusta.
(Reportagem de Jim Oliphant)
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141))
REUTERS MCP PF


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