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BRASÍLIA, 6 Jun (Reuters) – A maioria dos ministros do
Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta quarta-feira pedido
para suspender o voto impresso nas eleições gerais de outubro,
concordando com ação movida pela procuradora-geral da República,
Raquel Dodge, segundo o qual a medida coloca em risco o sigilo
do voto.
Votaram contra a adoção do voto impresso oito ministros e a
favor apenas 2. O Supremo só analisou o pedido de cautelar da
ação movida pela PGR e, somente no julgamento do mérito, vai
definir a legalidade à luz da Constituição sobre a medida.
A adoção do voto impresso foi estabelecido em reforma
eleitoral aprovada pelo Congresso em 2015. O Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) chegou decidir que iria adotar este ano uma
implantação parcial do sistema, abrangendo apenas 5 por cento do
total de urnas (30 mil). O custo para a implantação geral seria
de 2 bilhões de reais, o que seria impossível custear este ano,
conforme o TSE.

(Por Ricardo Brito
Edição de Alexandre Caverni)
(([email protected]; 5511 56447702; Reuters
Messenger: [email protected]))

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