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BRASÍLIA, 7 Dez (Reuters) – O ministro Marco Aurélio Mello,
do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a quebra dos
sigilos bancário e fiscal do presidente licenciado do PSDB,
senador Aécio Neves (MG), a fim de rastrear pagamentos de
propina ao tucano feito pela J&F, conforme investigação feita
pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
A quebra dos sigilos de Aécio compreende o período de 1º de
janeiro de 2014 e 18 de maio de 2017.
Em sua decisão, Marco Aurélio argumentou que, com base em um
relatório de inteligência financeira elaborado pelo Conselho de
Controle de Atividades Financeiras (Coaf) houve "operações
suspeitas" de provisionamento de valores, saques e depósitos,
supostamente relacionadas ao recebimento das vantagens indevidas
destinadas a Aécio Neves.
Por isso, o ministro do STF acatou o pedido. "Surge
pertinente o que articulado", disse.
Marco Aurélio, entretanto, rejeitou outros pedidos feitos
pelo Ministério Público Federal de se quebrar o sigilo de dados
bancários de outras pessoas, que não são investigados no
processo.

(Reportagem de Ricardo Brito; Edição de Alexandre Caverni)
(([email protected]; 55-11-56447702; Reuters
Messaging: [email protected]))

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