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BRASÍLIA, 16 Mai (Reuters) – O ministro Edson Fachin, do
Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou pedido feito pela
procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de prorrogar por
mais 60 dias o prazo para a conclusão do inquérito que envolve
os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado,
Eunício Oliveira (MDB-CE), além do líder do governo no Senado,
Romero Jucá (MDB-RR), o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o
deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA).
Os parlamentares são investigados sob a suspeita de terem
recebido propina de 7 milhões de reais da construtora Odebrecht
em troca de atuar na aprovação de uma medida provisória que
concedeu incentivos tributários a alguns setores. A apuração
teve como base delações premiadas de executivos do grupo.
A procuradora-geral alegou ao STF que, segundo a Polícia
Federal, ainda estão pendentes a tomada do depoimento de uma
testemunha e o amplo acesso aos sistemas de comunicação e
contabilidade paralela da Odebrecht.
"Acolho a manifestação da procuradora-geral da República,
determinando o envio dos autos à autoridade policial para a
conclusão das investigações, no prazo máximo de 60 dias",
decidiu Fachin, em despacho da terça-feira.
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))
REUTERS PF


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