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Por Joey Roulette e Gina Cherelus
ORLANDO/NOVA YORK, 7 Jun (Reuters) – Mais de duas dúzias de
sobreviventes de um ataque a tiros em uma boate na Flórida em
2016 entraram com uma ação judicial contra a cidade de Orlando e
30 policiais nesta quinta-feira, argumentando que os agentes da
lei falharam em proteger seus direitos durante uma situação com
reféns que durou horas.
A ação, apresentada dois anos após o segundo ataque a tiros
mais mortal cometido por um único atirador na história dos
Estados Unidos, ecoa críticas sobre um oficial de segurança
escolar armado na Flórida que ficou do lado de fora de um
colégio quando um atirador matou 17 alunos e funcionários.
A ação, que busca reparos financeiros não especificados,
argumenta que agentes da lei não nomeadas violaram os direitos
de 26 sobreviventes e das famílias de seis pessoas mortas no
ataque de junho de 2016 à boate Pulse. Um atirador que
reivindicou aliança ao Estado Islâmico matou 49 pessoas durante
uma festa na boate gay.
A ação também cita como réu Adam Gruler, um policial de
Orlando que fornecia segurança à boate na noite do ataque.
Policiais que responderam a ligações do número de emergência
911 entraram na boate minutos após o ataque às 2h, resgataram
algumas pessoas e então se retiraram quando o atirador recuou
para um banheiro, levando a uma situação com reféns de horas,
que terminou quando os policiais quebraram a janela da sala em
que o atirador se escondia e o mataram a tiros.
“Nós merecíamos ter sido resgatados antes por agentes da lei
que tomaram decisões de esperar”, disse Keinon Carter, um
queixoso na ação que agora usa uma cadeira de rodas como
resultado de ferimentos no ataque, durante entrevista coletiva.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702))
REUTERS AC


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