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6 Jun (Reuters) – A Rússia está “100 por cento pronta” para
sediar a Copa do Mundo, disse nesta quarta-feira o presidente da
Fifa, Gianni Infantino, conforme abordava preocupações sobre
racismo, direitos humanos e segurança no país sede uma semana
antes do começo da competição.
A Rússia irá sediar o torneio de 14 de junho a 15 de julho
em 12 estádios espalhados pelo país, em cidades incluindo
Moscou, São Petersburgo e Sochi, e Infantino acredita que
torcedores terão um verdadeiro deleite.
“Eu acho que podemos dizer que a Rússia está 100 por cento
pronta e o mundo inteiro verá isto de verdade quando nós
começarmos em 14 de junho com Rússia e Arábia Saudita no Estádio
Luzhniki”, disse Infantino em entrevista em vídeo.
“Todos poderão testemunhar o quão bonitos os estádios estão,
o quão acolhedor o país é, como a organização e as preparações
irão funcionar. Será uma grande experiência”.
A Rússia tem enfrentado escrutínio na preparação para o
torneio por conta de questões incluindo segurança de torcedores
e das equipes e racismo em partidas.
A Fifa multou a Rússia em 30 mil francos suíços (30.422
dólares) no mês passado por cantos discriminatórios de
torcedores após abuso racista contra jogadores franceses durante
um amistoso em São Petersburgo em maio.
“Eu não diria que estou preocupado com discriminação,
direitos humanos ou segurança, mas obviamente nós levamos isto
muito, muito a sério e nós tomamos medidas apropriadas”,
acrescentou.
“Pela primeira vez nós temos verificado a construção de
estádios, os locais para garantir que os trabalhadores estejam
corretos… progresso concreto tem sido feito em termos de
direitos humanos e na maneira que nós lidamos com questões de
direitos humanos”.
Infantino prometeu um “ambiente seguro” para torcedores que
viajarem ao evento.
“As autoridades russas estão cientes da situação de
segurança em um evento tão grande”, disse. “Elas estão
trabalhando muito para se preparar em cooperação com autoridades
policiais de todos os governos do mundo… para estarem prontas
para atacar qualquer possível problema”.
(Reportagem de Shrivathsa Sridhar)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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