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(Repete matéria publicada na noite de quarta-feira)
BRASÍLIA, 11 Abr (Reuters) – A Justiça Federal de Brasília
negou um pedido feito pelo Ministério Público Federal de
decretar a prisão preventiva do coronel João Baptista Lima Filho
e do advogado José Yunes, amigos do presidente Michel Temer,
além do ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures e outras cinco
pessoas que foram denunciadas pelo MPF no chamado caso do
"quadrilhão do PMDB" da Câmara, em decisão divulgada nesta
quarta-feira.
A decisão do juiz federal Marcus Vinícius Reis Bastos,
obtida pela Reuters, foi dada na segunda-feira, dia em que ele
também aceitou a denúncia por organização criminosa contra os
amigos de Temer e outros envolvidos por organização criminosa.
Segundo o magistrado, não há como determinar a prisão do
coronel Lima, Yunes, Rocha Loures e outros dois acusados sob o
argumento usado pelo Ministério Público.
Para o MPF, diante das notícias de que o presidente Michel
Temer "pretende candidatar-se à reeleição presidencial este ano"
isso levaria ao risco de "reiteração de condutas criminosas
(…), com o fim de garantir a perpetuação do grupo criminoso no
controle da máquina estatal federal".
"Afirmar que a anunciada candidatura de Michel Temer à
Presidência da República (reeleição) importe na permanência da
empresa criminosa e na prática de ilícitos penais por parte dos
requeridos demanda a indicação de fatos atuais (contemporâneos)
nesse sentido, circunstância que não se verificou", disse o
juiz, em decisão de nove páginas.

(Reportagem de Ricardo Brito
Edição de Alexandre Caverni)
(([email protected]; 55-11-56447702; Reuters
Messaging: [email protected]))

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