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(Repete texto publicado na noite de terça-feira)
SÃO PAULO, 13 Mar (Reuters) – O governador de São Paulo e
pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, defendeu
nesta terça-feira rigor fiscal para atrair mais investimentos ao
Brasil e classificou como "preocupante" a sequência de três anos
de déficit primário nas contas públicas do país.
"Há uma questão fiscal não resolvida ainda. Nós temos já
pelo terceiro ano seguido um déficit primário, o que é
preocupante, mas é possível sim equacioná-lo", disse Alckmin em
entrevista coletiva antes da versão latino-americana do Fórum
Econômico Mundial, que acontecerá nesta semana na capital
paulista.
"Com um quadro fiscal melhor, é evidente que tem muito mais
atração de investimentos. Outra é segurança jurídica."
O tucano defendeu uma política econômica baseada, além do
rigor fiscal, em juros baixos e "câmbio livre, mas câmbio
competitivo".
Alckmin evitou criticar diretamente a imposição de sobretaxa
às importações de aço e alumínio pelos Estados Unidos, mas
declarou-se um defensor do livre-comércio e de uma ampliação de
acordos comerciais do Mercosul com outros parceiros.
"Essa (tarifa dos EUA sobre aço e alumínio) é uma questão do
governo brasileiro, que certamente vai recorrer para excluir o
aço brasileiro dessa sobretaxa", disse o pré-candidato do PSDB.
"Nós defendemos uma abertura comercial. Para isso, uma boa
agenda de competitividade. E entendemos que o Mercosul –está
muito bem a negociação com a União Europeia– deve também se
aproximar dos países do Pacífico, dos países andinos. Acho que
nós temos que ampliar as possibilidades de acordos comerciais",
afirmou.

(Por Eduardo Simões
Edição de Maria Pia Palermo)
(([email protected]; 55 11 5644 7759; Reuters
Messaging: [email protected]))

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