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Por Zachary Fagenson
MIAMI, 15 Set (Reuters) – Cerca de 1,9 milhão de casas e
negócios da Flórida, da Geórgia e das Carolinas continuavam sem
energia nesta sexta-feira, cinco dias após a passagem mortífera
do furacão Irma pelo sudeste dos Estados Unidos.
O Irma, uma das tempestades mais potentes já registradas no
Atlântico antes de atingir o território dos EUA na condição de
furacão de categoria 4 em 10 de setembro, matou ao menos 82
pessoas, e várias ilhas do Caribe duramente atingidas, incluindo
Porto Rico e as Ilhas Virgens norte-americanas, computaram mais
da metade das fatalidades.
Cerca de 1,8 milhão de consumidores estão sem eletricidade
na Flórida, incluindo 281.400 residências e pontos comerciais
servidos por companhias elétricas municipais e cooperativas de
energia elétrica.
Entre as prestadoras de serviços públicos, a Florida Power &
Light, de propriedade da NextEra Energy Inc e a maior companhia
elétrica do Estado, relatou que cerca de 1,1 milhão de clientes
estão sem luz. A Duke Energy Corp disse que 375.400 consumidores
estão no escuro e a Tampa Electric, uma unidade da Emera Inc,
disse que cerca de 36.600 estão sem eletricidade.
Outros 116.900 clientes da Geórgia, Carolina do Sul e
Carolina do Norte também estavam sem luz nesta sexta-feira.
Ao menos 32 mortes foram relatadas na Flórida, e sete outras
na Geórgia e na Carolina do Sul.
O saldo de mortes inclui oito idosos que morreram depois de
ficarem expostos a um calor sufocante em um asilo do norte de
Miami que continuou operando com pouco ou nenhum ar condicionado
após o furacão.
As mortes no Centro de Reabilitação de Hollywood Hills,
ocorridas na quarta-feira, causaram revolta devido ao que muitos
viram como uma tragédia evitável e aos temores acentuados com a
vulnerabilidade da grande população de idosos do Estado em meio
aos blecautes generalizados e prolongados.
Na quinta-feira a polícia obteve um mandado de busca para
sua investigação criminal sobre as mortes, e a agência de saúde
da Flórida ordenou que o asilo seja suspenso do programa
Medicaid do Estado.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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