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Por Andrew Hay
11 Abr (Reuters) – Grupos progressistas dos Estados Unidos
estão se preparando para protestos por todo o país caso o
presidente Donald Trump demita o procurador especial que
investiga envolvimento russo na eleição norte-americana de 2016,
ou substitua a autoridade do Departamento de Justiça que
supervisiona a investigação.
Uma demissão do procurador especial Robert Mueller
sinalizaria que Trump está agindo como se estivesse acima da
lei, informou a MoveOn.org, que está planejando 800
manifestações espalhadas pelo país.
Cada Estado terá ao menos uma manifestação “Ninguém está
Acima da Lei” e ao menos 320 mil pessoas se comprometeram a
participar até o momento, segundo o site da organização.
Trump também irá provocar protestos se demitir o
vice-secretário de Justiça dos EUA, Rod Rosenstein, que é
responsável por supervisionar a investigação sobre a Rússia, ou
se conceder indultos a associados alvos da investigação, como o
ex-diretor de sua campanha, Paul Manafort, segundo a MoveOn.
Trump sem sido crítico à investigação de Mueller, chamando-a
de “caça às bruxas”. Ele ameaçou demitir Mueller após o FBI
realizar operação no escritório e na casa de seu advogado
pessoal na segunda-feira, baseada em parte em referência do
procurador especial.
O presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Paul Ryan,
disse nesta quarta-feira que lhe asseguraram que Trump não
planeja demitir Mueller.
Outros grupos por trás dos protestos planejados incluem
Amigos da Terra, a Federação Americana de Professores e
organizações de veteranos, segundo a MoveOn.
“Nós não podemos ter o maior cargo do país isento de cumprir
a lei”, disse o presidente da Amigos da Terra nos EUA, Erich
Picha, por telefone, acrescentando que seu grupo irá apoiar
impeachment de Trump se ele demitir Mueller.
A MoveOn disse que a demissão de Mueller criaria uma crise
constitucional e comparou o ato à ação do presidente Richard
Nixon para demitir autoridades investigando o escândalo
Watergate.
A Casa Branca informou na terça-feira que Trump “acredita
ter o poder” para demitir Mueller, que ampliou sua investigação
sobre se a campanha de Trump conspirou com Moscou.
A Rússia nega ter envolvimento na eleição e Trump tem dito
que não houve conluio entre sua campanha e a Rússia.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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