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Por Mark Hosenball
WASHINGTON, 31 Jan (Reuters) – O procurador especial Robert
Mueller pretende interrogar o ex-porta-voz da equipe legal do
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como parte de uma
investigação sobre um possível conluio entre a Rússia e a
campanha de Trump para interferir na eleição presidencial
norte-americana de 2016, de acordo com uma fonte a par do
assunto.
Mark Corallo representou os advogados externos de Trump em
meio aos inquéritos federal e parlamentar sobre a Rússia até se
demitir no último verão norte-americano, na esteira de
revelações sobre uma reunião entre o filho de Trump, Donald Jr.,
e um grupo de russos em junho de 2016.
A equipe de Mueller disse que quer debater as circunstâncias
de sua saída, e o interrogatório deve acontecer dentro de duas
semanas, segundo a fonte.
A partida de Corallo ocorreu em julho, em meio a reportagens
segundo as quais a equipe legal de Trump estava se reorganizando
e estudando maneiras de limitar a investigação de Mueller.
Uma das principais razões para Corallo decidir sair foi sua
recusa em criticar a integridade de Mueller, disse a fonte, que
tem conhecimento direto da questão, à Reuters.
Corallo também ficou profundamente perturbado pelo que viu
como uma declaração falsa ditada por Trump no avião presidencial
Air Force One a respeito da reunião de seu filho com a advogada
russa Natalia Veselnitskaya e seus associados na Trump Tower,
conforme a fonte.
Os russos haviam prometido a Trump Jr. informações
prejudiciais sobre a candidata presidencial democrata Hillary
Clinton.
Agências de inteligência dos EUA determinaram que Moscou
trabalhou para influenciar a eleição do ano passado a favor de
Trump. A Rússia negou a interferência, e o republicano Trump
disse não ter existido nenhum conluio.
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447505))
REUTERS MPP


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