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Por Philip Wen
PEQUIM, 10 Nov (Reuters) – Embora o presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, tenha deixado Pequim nesta sexta-feira
para participar da cúpula da Cooperação Econômica da Ásia e do
Pacífico (Apec, na sigla em inglês) no Vietnã, a primeira-dama,
Melania, ficou para fazer turismo e viu pandas em um zoológico e
visitou a Grande Muralha da China.
No Zoológico de Pequim, a ex-modelo de 47 anos alimentou um
panda gigante chamado Gu Gu e aprendeu a respeito de sua
nutrição e seu treinamento. Ela se encontrou com um grupo de
estudantes que acenavam com bandeiras chinesas e
norte-americanas em miniatura e distribuiu águias de pelúcia
depois de assistir as crianças cantando uma canção folclórica
chinesa no habitat do panda.
"Muito obrigada", disse.
Depois Melania assinou um folheto escrevendo: "Obrigada,
Zoológico de Pequim! Foi maravilhoso conhecer Gu Gu! Melania
Trump".
De tarde, Melania caminhou ao longo da parte Mutianyu da
Grande Muralha de mais de 20 mil quilômetros de extensão, um
patrimônio mundial tombado pela Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que a China leva
chefes de Estado em visita e seus cônjuges para conhecer com
frequência.
Como ocorreu com outras primeiras-damas, Melania aproveitou
sua posição para patrocinar causas públicas, como a prevenção do
assédio infantil e o combate à epidemia de opiáceos nos EUA.
Desempenhando um papel de destaque na visita asiática de
diversas paradas do presidente, ela ganhou elogios nas redes
sociais chinesas, sendo comparada à glamorosa primeira-dama
chinesa, Peng Liyuan, e recebeu comentários positivos sobre sua
desenvoltura para caminhar pelas pedras antigas do pavimento da
Cidade Proibida em saltos altíssimos ao chegar a Pequim na
quarta-feira.
Acompanhada por Peng, Melania assistiu a uma apresentação
cultural e participou de uma aula de culinária em uma escola
primária na quinta-feira. Muitos usuários do Weibo, o
equivalente chinês do Twitter, elogiaram a graciosidade e o
estilo de Melania, além de sua sensibilidade cultural.
Na China ela privilegiou casacos austeros e vestidos escuros
de Dolce & Gabbana e Alexander McQueen, contrastando com o traje
vermelho Delpozo e os saltos azuis que usou ao chegar à Coreia
do Sul dias antes.
(Reportagem adicional de Thomas Suen, Ryan Woo e Liangping
Gao)
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))
REUTERS PF


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