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Os juízes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retornaram há pouco para a sessão, a quarta dedicada à ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer. Pela manhão, o teor da discussão ficou com a validade de depoimentos e provas relacionados à Construtora Odebrecht.

A validade foi contestada pelas defesas de Dilma Rousseff e Michel Temer, que alegaram não ser possível apreciar tais provas, por não estarem englobadas pelos 21 itens inicialmente contestados pelo PSDB no momento da abertura da ação.

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O relator, ministro Herman Benjamin, rejeitou a tese. Para ele, a contestação inicial do PSDB engloba as irregularidades apontadas nos depoimentos de executivos da Odebrecht ao TSE, pois o partido relacionou a empreiteira no rol de empresas suspeitas de desviar recursos da Petrobras para a campanha da chapa Dilma-Temer, conforme indícios revelados pela Operação Lava Jato.

Ele citou decisão de 2015, em que o plenário do TSE autorizou a investigação sobre delatores da Lava Jato na ação, incluindo aqueles que citaram expressamente a Odebrecht como líder do “ataque” à Petrobras. “Não vou rasgar decisão deste tribunal”, afirmou. Benjamin leu o voto proferido à época pelo ministro Gilmar Mendes, que protestou: “Não queira atribuir a mim”.

Neste momento, o ministro Gilmar Mendes dá prosseguimento ao debate com o mesmo tema.

Com apoio da Ag. Brasil


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