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BRASÍLIA (Reuters) – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi homenageado por procuradores e servidores do órgão nesta sexta-feira, em uma cerimônia na sede da instituição em Brasília em seu último útil no cargo após apresentar, na véspera, uma segunda denúncia contra o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Janot fez um balanço de quatro anos de gestão e agradeceu o empenho de todos.

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“Juntos vivemos e escrevemos um capítulo muito especial na história do país e do Ministério Público. A esperança ainda triunfa nesta Casa. Valeu a pena para mim cada minuto de labuta e até de sofrimento”, afirmou.

O chefe do Ministério Público e integrantes da sua equipe foram aplaudidos de pé no ato por 400 pessoas que lotaram o auditório da Procuradoria-Geral da República.

Janot –que completa 61 anos nesta sexta-feira– recebeu da tribo Xokó, de Sergipe, um arco e flecha em homenagem à famosa frase “enquanto tiver bambu, lá vai flecha”, dita por ele quando se referiu, no início de julho, a novas acusações que poderia fazer antes de deixar o cargo.

O procurador-geral deixa o cargo no domingo. No dia seguinte, assume a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, escolhida por Temer para o cargo.

(Por Ricardo Brito)
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