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BRASÍLIA, 11 Out (Reuters) – O presidente em exercício do
Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), disse que não haveria
problema em adiar em um ou dois dias a análise das medidas
cautelares impostas pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal
(STF) ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), caso o plenário da
corte não conclua o julgamento do caso nesta quarta-feira.
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta o
julgamento de uma ação que discute se o Judiciário tem poderes
para decretar eventuais medidas cautelares contra parlamentares,
como o afastamento de suas atividades legislativas, sem a
necessidade do aval das Casas Legislativas.
No início do mês, o Senado adiou votação do plenário em que
seria analisada a decisão da 1ª Turma do Supremo que suspendeu o
mandato de Aécio e determinou seu recolhimento noturno.
"Não vejo nenhum drama maior se nós tivermos que aguardar
mais 48, 24 horas para a conclusão do julgamento", disse Cunha
Lima a jornalistas.
"É razoável que possamos aguardar agora que o julgamento já
está iniciado. Até porque foi essa a decisão majoritária do
plenário (do Senado), o plenário decidiu aguardar a manifestação
do plenário do Supremo Tribunal Federal", afirmou, referindo-se
à votação da Casa no início do mês, quando a votação do caso de
Aécio foi adiada para o dia 17 de outubro.
Questionado sobre os votos já proferidos até o momento no
julgamento do STF, Cunha Lima evitou tecer comentários e disse
acreditar que o pleno da Suprema Corte possa concluir sua
análise até a próxima terça-feira.
"Na condição de presidente interino… vice-presidente, eu
não sou comentarista de julgamento do Supremo, até porque o
Supremo não é um campo de futebol que você possa dar pitaco",
disse.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Eduardo
Simões)

(([email protected]; 55 11 5644 7759; Reuters
Messaging: [email protected]))

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