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A Polícia Federal no Paraná indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia e mais três pessoas da empreiteira OAS envolvidas nas investigações das obras de reforma do apartamento triplex no Edifício Solares, Guarujá (SP).

As investigações se voltam para o desvio de R$ 2,4 bilhões da Petrobras e dentro da Operação Lava Jato, entre outras como as obras e propriedade do sítio em Atibaia e também das palestras realizadas pelo ex-presidente.

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O indiciamento foi protocolado na Justiça Federal envolve os ex-presidente da construtora OAS, José Ademario Pinheiro Filho, o arquiteto, Paulo Gordilho, e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto.

Lula foi indiciado por corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Já a mulher de Lula, Marisa Letícia, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O empresário, José Ademario (Léo Pinheiro), por corrupção ativa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

O arquiteto, Paulo Gordilho, por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. E, finalmente, Paulo Okamoto, por corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de capitais.

O delegado federal, Márcio Adriano Anselmo, assinou a nota: “Foi possível apurar que o casal [Lula da Silva] foi beneficiário de vantagens ilícitas, por parte da IAS, em valores que alcançam R$2,430,193,61 referentes as obras de reforma do apartamento 164-A do Edifícios Solaris, bem como o custeio de armazenagem de bens do casal.”

A PF cita também as reformas no sítio de Atibaia (SP) e também as palestras feitas pelo ex-presidente Lula com suspeitas de recebimento de valores das empresas envolvidas na Operação Lava Jato.


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