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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira em comunicado que respeita a decisão do povo britânico de deixar a União Europeia (UE) e afirmou que tanto o Reino Unido como a UE “vão continuar sendo parceiros indispensáveis dos EUA”.

“O povo do Reino Unido falou e respeitamos sua decisão”, declarou Obama em comunicado. “A relação especial entre Estados Unidos e Reino Unido é duradoura e a filiação do Reino Unido à Otan continua sendo uma pedra fundamental da política econômica, externa e de segurança dos Estados Unidos”

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“Igualmente (importante) é nossa relação com a União Europeia, que fez tanto para promover a estabilidade, estimular o crescimento econômico e promover os valores e ideais democráticos em todo o continente e fora de suas fronteiras”, afirmou Obama, que hoje vai fazer um pronunciamento em uma conferência de empreendedores na Califórnia.

“O Reino Unido e a União Europeia seguirão sendo parceiros indispensáveis dos Estados Unidos, inclusive quando comecem a negociar o andamento de sua relação”, afirmou o presidente, que lembrou que “a estabilidade, a segurança e a prosperidade para a Europa, o Reino Unido, a Irlanda do Norte e o mundo” deverão continuar sendo asseguradas.

Obama tinha revelado seu apoio para que o Reino Unido permanecesse na União Europeia pelos benefícios econômicos e políticos da integração, assim como para as relações transatlânticas.

Papa Francisco

O papa Francisco pediu para que seja garantido “o bem e a convivência de todo o continente europeu” depois que os britânicos optaram em referendo pela saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

“Soube do resultado final no avião, porque quando saí de casa ainda não era definitivo. Foi a vontade expressa do povo”, afirmou o pontífice aos jornalistas.

Francisco declarou que o resultado exige “uma grande responsabilidade” na hora de garantir o bem dos britânicos e a convivência na Europa.

“Isso pede que nós tenhamos uma grande responsabilidade para garantir o bem do povo do Reino Unido e também o bem e a convivência de todo o continente europeu. Assim eu espero”, acrescentou.

Com Ag.EFE


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