Clicky

Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

21 Nov (Reuters) – O presidente da Câmara dos Deputados,
Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu nesta terça-feira, em
entrevista à rádio CBN, que o governo está "muito longe" de
obter os 308 votos necessários para aprovar a reforma da
Previdência, mas defendeu a permanência do ministro Antônio
Imbassahy na Secretaria de Governo, responsável pela articulação
política com os parlamentares.
Segundo Maia, é importante o governo concluir logo a reforma
ministerial para poder avançar nas negociações relativas à
reforma da Previdência, que ele afirmou não ser fácil, mas
"fundamental e urgente" para o Brasil.
Maia defendeu que o presidente Michel Temer mantenha
Imbassahy no cargo, apesar da insatisfação de parte da base
aliada com o ministro tucano.
"Acho que na articulação política, o que a gente precisa é
que o ministro esteja pronto para o diálogo conosco (Congresso).
O Imbassahy hoje tem diálogo com parte da base, e não tem com
outra. Nada que a gente também não consiga, conversando, chegar
a um entendimento e compreensão. E talvez o melhor caminho seja
a manutenção do ministro", disse Maia na entrevista.
"O presidente, pelo que eu vi, da última vez que falei com
ele, ele não se decidiu. E acho que, da minha parte, você sabe
que o deputado Antonio Imbassahy é um amigo que eu tenho, é uma
pessoa que tem ajudado muito".
Mais tarde nesta terça-feira, o Palácio do Planalto deve
oficializar a escolha do deputado Alexandre Baldy (Podemos-GO),
ligado a Maia, para assumir o Ministério das Cidades.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; Edição de Camila
Moreira)
(([email protected]; 55 21 2223-7128; Reuters
Messaging:[email protected]))

MetaTrader 300×250

Assuntos desta notícia