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Sob forte esquema de segurança, em meio às manifestações, o ex-ministro, José Dirceu, já está na sede da Justiça Federal para colocar a tornozeleira eletrônica determinada pelo Juiz Federal, Sérgio Moro.

José Dirceu está preso no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, desde agosto de 2015.

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No final da tarde desta terça-feira, os ministros da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF), os juízes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, votaram pela libertação do ex-ministro na solicitação da defesa do habeas corpus. O relator, Edson Fachin, e Celso de Mello manifestaram-se pela manutenção da prisão. A alegação foi de que há excesso de prazo na prisão preventiva, que chega a quase dois anos.

Em maio do ano passado, Dirceu foi condenado a 23 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Na sentença, Moro decidiu manter a prisão preventiva. Posteriormente, o ex-ministro da Casa Civil teve a pena reduzida para 20 anos e 10 meses. Ele foi acusado de receber mais de R$ 48 milhões por meio de serviços de consultoria, valores que seriam oriundos de propina proveniente de esquema na Petrobras, de acordo com os procuradores da Lava Jato.

Na manhã de ontem (2), o Ministério Público Federal (MPF) ofereceu nova denúncia contra o ex-ministro José Dirceu pelo suposto recebimento de propina de empreiteiras entre 2011 e 2014.

José Dirceu deve deixar Curitiba ainda hoje e seguir para Brasília, onde vai encontrar a mulher e a filha. Segundo advogados, o local aonde ele deverá ficar é mantido em sigilo.


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