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BRASÍLIA (Reuters) – O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), virou réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), mas o petista vai permanecer no cargo durante o processo, decidiu nesta quarta-feira a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Pimentel foi acusado pelo MPF de ter pedido e recebido 15 milhões de reais em propina para favorecer a construtora Odebrecht na época em que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do governo Dilma Rousseff. A acusação baseou-se em denúncia feita a partir da delação de executivos da empreiteira.

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A defesa do petista nega irregularidades.

Pimentel agora vai responder ao processo criminal e, ao final, ele será julgado e poderá ser condenado ou absolvido.

A operação Acrônimo, que foi deflagrada originalmente em 2015, investiga uma série de irregularidades, como caixa 2 de campanha e pagamentos indevidos a Pimentel quando era ministro de Dilma.

(Por Ricardo Brito)
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