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Por Steve Scherer
ROMA, 26 Mai (Reuters) – Os esforços do primeiro-ministro
designado da Itália para montar o seu gabinete permaneciam
obstruídos neste sábado, uma vez os que seus aliados
pressionavam por um ministro da Economia eurocético, cujo
presidente até agora se recusava a aceitar.
A possível nomeação do economista de 81 anos Paolo Savona
tem agitado os mercados financeiros. Num outro golpe para o
nascente governo, a agência Moody’s na sexta-feira ameaçou
rebaixar a nota de crédito do país.
O presidente Sergio Mattarella deu na quarta-feira a
Giuseppe Conte, um professor de Direito e novato na política, um
mandato para formar uma coalizão de governo com o apoio do
Movimento 5 Estrelas e da Liga, de extrema-direita, mais de 80
dias depois da eleição.
Conte se encontrou com o presidente na sexta-feira sem
resolver o impasse sobre Savona, que tem questionado a
participação da Itália no euro e atacado a Alemanha por, segundo
ele, tentar dominar a Europa economicamente.
Depois da reunião, Matteo Salvini, líder da Liga, se disse
"realmente irritado" numa aparente referência ao veto do
presidente a Savona.
Neste sábado, ele não recuou, dizendo que a Liga já tinha
dados suficientes "passos para trás". Ele daria a Conte uma
lista de possíveis ministros do partido mais tarde.
Perguntado se estava preocupado com o racha com o gabinete
presidencial, ele disse: "O único risco que eu vejo é que as
pessoas estão mais distantes dos palácios do poder".
((Tradução Redação São Paulo, 5511 5644-7727))
REUTERS FB


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