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BRASÍLIA, 13 Set (Reuters) – Deputados ainda tentavam, nesta
quarta-feira, costurar um acordo para votar a primeira das
propostas da reforma política, mas diante da tendência de não
haver consenso nesta quarta, o tema corre o risco de ficar para
a próxima semana, avaliou uma fonte parlamentar.
A ideia dos deputados –e do presidente da Casa, Rodrigo
Maia (DEM-RJ), que iria se reunir com o presidente do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes– era iniciar a análise
da reforma política por uma PEC que altera o sistema eleitoral
para a escolha de deputados e vereadores, além de criar um fundo
de financiamento eleitoral abastecido com recursos públicos.
O problema é que não há consenso sobre o sistema a ser
adotado, e por se tratar de uma Proposta de Emenda à
Constituição (PEC), são exigidos os votos de 308 dos 513
deputados para que qualquer opção seja aprovada. Boa parte do
plenário defende o chamado distritão, modelo majoritário em que
são eleitos deputados os mais votados no Estado.
Mas como não há apoio suficiente para passá-lo no plenário,
tentam articular sua votação com a de outros temas, como o fundo
eleitoral e a cláusula de barreira, inserida em uma outra PEC
para a qual, teoricamente, haveria acordo.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Alexandre
Caverni)
(([email protected]; 55-11-56447702; Reuters
Messaging: [email protected]))

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