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A reunião na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) está reunida para votar a Reforma Trabalhista (PLC 38/2017). Por determinação do presidente do colegiado, Senador Edison Lobão (PMDB-MA), o acesso à sala da CCJ será restrito a parlamentares, assessores indicados pelos senadores, servidores que trabalham nos gabinetes do local e imprensa credenciada.

Pelo acordo firmado na semana passada entre o relator da matéria no colegiado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e senadores de oposição ficou acertado que a primeira parte da reunião, das 10h às 16h, é dedicada à leitura dos votos em separado que forem apresentados.

A oposição permanece firme, como a Senadora Fátima Bezerra (PT-RN) que disparou: “a caneta que elaborou e assinou esse relatório é a caneta do empresariado brasileiro”. A Senadora cita a denúncia de corrupção contra o presidente Michel Temer.

A Senadora Lídice da Mata (PSB-BA) disse que “não é possível que o senador Ricardo Ferraço e o Senador Romero Jucá sejam melhores do que todos os outros senadores da casa que fizeram 679 emendas ao projeto – e os dois decidiram não aceitar nenhuma. “Isso não pode ser razoável.” Para ela, um acordo não pode ter a confiança de apenas um dos lados. “Eles fizeram um acordo direto, entre a base do governo e o próprio governo, ignorando a existência da minoria.”


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