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Por Susan Heavey e Lisa Lambert
WASHINGTON, 14 Fev (Reuters) – O presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, enfrentou uma nova pressão de seus aliados
republicanos no Congresso nesta quarta-feira devido a alegações
de abuso doméstico contra um ex-assessor presidencial, e
parlamentares questionaram se o governo avaliou devidamente os
ocupantes de cargos de alto escalão.
O deputado republicano Trey Gowdy, presidente do Comitê de
Supervisão da Câmara dos Deputados, disse que estava
investigando quando a Casa Branca soube de "informações
potencialmente depreciativas e desabonadoras" sobre o
ex-secretário de Pessoal Rob Porter.
Porter deixou a Casa Branca na semana passada, depois que
duas ex-mulheres disseram ter sido agredidas por ele, que negou
as acusações.
"A cronologia não é favorável para a Casa Branca", disse
Gowdy à rede CNN. Já o republicano Paul Ryan, presidente da
Câmara dos Deputados, disse que a Casa Branca deveria aprimorar
seu processo seletivo.
"Se uma pessoa que cometeu violência doméstica entra no
governo, então existe algo que não funciona no sistema", afirmou
Ryan em uma coletiva de imprensa.
A saída de Porter despertou dúvidas sobre há quanto tempo
funcionários graduados da Casa Branca, como o chefe de gabinete,
John Kelly, sabiam das alegações e se foi um risco de segurança
permitir que Porter trabalhasse na Casa Branca.
Porter estava trabalhando graças a uma liberação temporária,
que lhe deu acesso a algumas informações confidenciais mesmo
antes de uma liberação definitiva. A Casa Branca não deu uma
explicação definitiva sobre quando funcionários de alto escalão
ficaram sabendo dos problemas no histórico de Porter.
Segundo a Casa Branca, Kelly pediu a Porter que renunciasse
quando se tornou "plenamente ciente" das acusações na
quarta-feira passada, o mesmo dia em que o jornal Daily Mail
publicou fotos mostrando uma das ex-mulheres de Porter com olho
roxo.
A Casa Branca ainda estava trabalhando na liberação de
segurança de Porter àquela altura, de acordo com a porta-voz
Sarah Sanders.
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))
REUTERS PF


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