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Conforme anunciado em 06 de dezembro de 2017, o presidente Donald Trump manteve sua promessa, anunciando que os Estados Unidos começariam a reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e abriria oficialmente a embaixada naquele país.

O Congresso havia pedido ao presidente que reconhecesse Jerusalém como a capital de Israel com a Lei bipartidária da Embaixada de Jerusalém de 1995 – um apelo unanimemente reafirmado pelo Senado em 2017.

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Depois de décadas de presidentes anteriores se comprometendo a transferir a embaixada para Jerusalém na campanha, apenas para renegar essas promessas enquanto estava no cargo, o presidente Trump cumpriu sua promessa de apoiar um dos mais fortes aliados dos Estados Unidos.
“Mais de duas décadas de renúncias que atrasaram o movimento da embaixada não nos aproximaram de um acordo de paz duradouro entre Israel e os palestinos”, diz o comunicado da Casa Branca desta segunda-feira.

O presidente Trump então deixou claro que os velhos desafios exigem novas abordagens e que ele manteria sua palavra para o povo americano.

Hoje, 14 de maio de 2018, os Estados Unidos abriram oficialmente a embaixada em Jerusalém, Israel, 70 anos depois que o presidente Truman reconheceu Israel como um país independente, tornando os Estados Unidos a primeira nação a fazê-lo.

“O presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e espera promover a paz entre israelenses e palestinos”, explica a Casa Branca e completa: ” Anunciar Jerusalém como a capital de Israel é simplesmente um reconhecimento da realidade.”

Jerusalém é a sede do moderno governo israelense. É a casa do Parlamento israelita e do Supremo Tribunal de Israel. É a localização da residência oficial do primeiro-ministro e presidente, bem como a sede de muitos ministérios do governo.

Ao final, o comunicado destaca: “A administração Trump continua empenhada em alcançar um acordo de paz duradouro e abrangente. O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel é uma condição necessária para a paz entre israelenses e palestinos.

O presidente Trump tem deixado claro que seu reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel não significa que os Estados Unidos tenham tomado posição sobre as negociações finais do status.


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