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(Texto reescrito com mais informações)
Por Makini Brice e Andrew Osborn
WASHINGTON/MOSCOU, 30 Nov (Reuters) – O presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, renovou nesta quinta-feira seus
insultos contra o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e também
criticou um esforço diplomático chinês por não conseguir
controlar o programa de armas de Pyongyang, enquanto a Rússia
acusou Washington de fazer provocações.
O comentário afiado de Trump no Twitter, ecoando uma
observação feita durante discurso na noite de quarta-feira, vem
depois que a Coreia do Norte lançou seu míssil mais avançado
nesta semana, fazendo com que Trump se comprometesse a impor
sanções mais rígidas em breve.
"O enviado chinês, que acaba de retornar da Coreia do Norte,
parece não ter tido nenhum impacto no homenzinho do foguete",
escreveu Trump no Twitter, um dia depois de conversar com o
presidente chinês, Xi Jinping, por telefone e de reiterar seu
pedido de que Pequim use sua influência contra a Coreia do
Norte.
O presidente dos Estados Unidos e o líder norte-coreano têm
trocado insultos pessoais nas últimas semanas. Durante discurso
em Missouri na noite de quarta-feira, Trump se referiu ao
"Homenzinho do foguete… Ele é um cachorrinho doente".
Tensões na península coreana aumentaram novamente depois que
a Coreia do Norte disse que havia testado com sucesso um novo
míssil balístico intercontinental na quarta-feira, em um "grande
avanço" que coloca o território dos EUA dentro do alcance de
suas armas nucleares.
Durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança
da ONU na noite de quarta-feira, os Estados Unidos disseram que
a liderança da Coreia do Norte será "totalmente destruída" se
acontecer uma guerra.
Nesta quinta-feira, o ministro de Relações Exteriores da
Rússia, Sergei Lavrov, disse, em um de seus comentários mais
fortes sobre o assunto até hoje, que a maneira como os Estados
Unidos estão lidando com a situação é perigosamente provocativa,
mesmo que Moscou também tenha condenado o teste recente da
Coreia do Norte.
Lavrov apontou para os exercícios militares conjuntos entre
os EUA e a Coreia do Sul planejados para dezembro e acusou os
Estados Unidos de tentarem provocar Kim até ele "perder o
controle" de seu programa de míssil, para dar a Washington um
pretexto para destruir seu país.
Ele também rejeitou categoricamente um pedido dos EUA para
cortar laços com Pyongyang devido a seus programas nuclear e de
míssil balístico, chamando a política dos Estados Unidos para a
Coreia do Norte de profundamente falha.
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141))
REUTERS MCP AC


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