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(Texto atualizado com mais informações)
WASHINGTON, 8 Mai (Reuters) – O presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que o secretário
de Estado norte-americano, Mike Pompeo, estava a caminho de
Pyongyang para preparar a cúpula entre Trump e o líder
norte-coreano, Kim Jong Un, e que seria uma "ótima coisa" se os
três presos norte-americanos também fossem liberados.
Trump disse que Pompeo, que visita a Coreia do Norte pela
segunda vez em menos de seis semanas, deveria chegar "muito em
breve" e que os dois países já concordaram sobre uma data e
local para o encontro inédito.
"Neste exato momento, o secretário Pompeo está a caminho da
Coreia do Norte em preparação para a minha reunião com Kim Jong
Un", disse Trump durante comentários que estavam também focados
em sua decisão de retirar os Estados Unidos do acordo nuclear
com o Irã de 2015.
"Planos estão sendo feitos, relacionamentos sendo
construídos", disse Trump. "Com sorte, um acordo acontecerá. E
com a ajuda da China, Coreia do Sul e Japão, um futuro de grande
prosperidade e segurança poderá ser alcançado para todos."
Pompeo fez uma visita secreta à Coreia do Norte no fim de
semana da Páscoa, tornando-se a primeira autoridade dos EUA a
reconhecidamente se reunir com Kim, para preparar o território
para o encontro. A reunião ocorreu antes que a nomeação de
Pompeo como secretário de Estado fosse confirmada.
Questionado se os três norte-americanos detidos na Coreia do
Norte seriam soltos, Trump disse a repórteres: "Todos
descobriremos em breve. Logo saberemos. Seria ótimo se eles
fossem."
A visita de Pompeo aumentou as perspectivas de que os três
presos coreano-americanos –Kim Hak-song, Tony Kim e Kim
Dong-chul– fossem liberados a ele.
Sua soltura poderia sinalizar um esforço de Kim para
estabelecer um tom mais positivo para o encontro após sua
recente promessa de suspender testes de mísseis e fechar o local
de testes nucleares de Pyongyang.
Enquanto Kim poderia abrir mão dos últimos de seus presos
norte-americanos, que a Coreia do Norte tem frequentemente usado
no passado como moedas de barganha com os EUA, sua libertação
também poderia estar direcionada para pressionar Trump a fazer
suas próprias concessões em sua tentativa de fazer Pyongyang
abandonar seu arsenal nuclear.
(Reportagem de Matt Spetalnick, David Brunnstrom e David
Alexander)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR ES AC


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