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(Texto atualizado com mais detalhes)
Por Paul Carrel
BERLIM, 14 Mar (Reuters) – Parlamentares alemães reelegeram,
nesta quarta-feira, Angela Merkel como chanceler para um quarto
e provavelmente último mandato, que promete ser o mais
desafiador até agora, à medida que a conservadora assume a
liderança de uma frágil coalizão com seu posicionamento pessoal
enfraquecido.
Merkel foi reeleita por 364 contra 315 votos, com nove
abstenções, em um início modesto, uma vez que a coalizão de seus
conservadores com o Partido Social-Democrata (SPD), de
centro-esquerda, detém 399 votos na câmara baixa do Parlamento.
"Eu aceito a votação", disse Merkel, de 63 anos, a
parlamentares.
No poder desde 2005, Merkel tem dominado o cenário político
da Alemanha e conduzido a União Europeia através de crises
econômicas. Entretanto, sua autoridade foi abalada por sua
decisão, em 2015, de comprometer a Alemanha a uma política de
portas abertas para a imigração, que resultou na entrada de mais
de 1 milhão de pessoas no país.
Agora, ela precisa conciliar demandas internas concorrentes
de sua aliança conservadora, composta pelos partidos CDU e CSU,
e do SPD, no momento em que a Alemanha está envolvida em um
impasse comercial com os Estados Unidos.
"É um bom começo para a Alemanha ter um governo estável…
após tantos meses, agora há um grande incentivo para trabalhar
com energia", disse a ministra de Defesa, Ursula von der Leyen.
Merkel deve encontrar com o presidente da Alemanha,
Frank-Walter Steinmeier, antes de voltar ao Parlamento para
tomar posse. Em seguida, ministros tomarão posse –quase seis
meses depois da eleição nacional de setembro, na qual os dois
membros da coalizão governista perderam apoio para a legenda de
extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD).
(Reportagem Madeline Chambers)
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141))
REUTERS MCP PF


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