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Os índices de peso em Wall Street estão operando em forte volatilidade nesta quarta-feira, depois da euforia da sessão anterior, com os investidores atentos para a evolução nas vendas do comércio com a Black Friday (24). Lembrando que amanhã é o feriado do ” Dia de Ação de Graças”. Indicadores e a ata do Federal Reserve também estão no radar.

Há pouco, o S&P estava em queda 0,03% aos 2.598. O Dow Jones estava em queda de 0,10% aos 23.565. O Nasdaq subia 0,02% aos 6.863.

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No S&P, as empresas de saúde estão recuadas. No Dow Jones, as elétricas, petroleiras e alimentícias seguem puxando o índice para cima. E, no Nasdaq, as empresas de tecnologia estão divididas.

O dólar no índice DXY segue pressionado, antes da divulgação da ata do Federal Reserve, em -0,3% a 93.65. A libra britânica estava em alta de 0,33% ante o dólar no Reino Unido.

A presidente do Federal Reserve Janet Yellen, com a proximidade do fim de seu mandato, disse que um dos “maiores desafios” para o banco central permaneceu em cima da inflação sempre abaixo do alvo de 2%.

A inflação manteve-se teimosamente baixa mesmo que a folga no mercado de trabalho. A inflação subjacente, medida pelo índice de preços do PCE, que despoja os preços voláteis de alimentos e petróleo, subiu para uma taxa anual de 1,3% no terceiro trimestre, ante 0,9% no segundo trimestre.

Mesmo com a saída de Yellen, em Wall Street cresceram as apostas de que a autoridade monetária deverá elevar as taxas de juros em dezembro.

Ainda na sessão de hoje, os investidores esperam pela ata da reunião do banco central e digerem também os indicadores apresentados hoje, entre eles os pedidos iniciais de auxílio-desemprego e as encomendas de bens de capital.

Nos Estados Unidos, as novas encomendas de bens de capital produzida no País caíram inesperadamente em outubro, após três meses consecutivos de grandes ganhos, mas um aumento sustentado das remessas apontou um forte impulso na economia à medida que o ano termina.

Os números do Departamento de Comércio desta quarta-feira revelaram que as encomendas de bens de capital não relacionadas com a defesa, excluindo aeronaves, uma procuração vigiada dos planos de gastos das empresas, diminuíram 0,5% no mês passado. Essa foi a maior queda desde setembro de 2016 e seguiu um aumento de 2,1% revisado para cima em setembro.

As principais encomendas de bens de capital aumentaram 4,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. As remessas de bens de capital básicos avançaram 0,4% no mês passado depois de acelerar em 1,2% em setembro.

As transferências básicas de bens de capital são usadas para calcular os gastos de equipamentos na medida do produto interno bruto do governo.

Por lá, será apresentada a Revisão do Sentimento do Consumidor da Universidade de Michigan.


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