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O presidente Donald Trump começou seu pronunciamento listando o que ele diz serem os erros do Irã: sua busca por armas nucleares, seu apoio ao terrorismo e seu assassinato de americanos.

“Temos provas de que a promessa do Irã era uma mentira”, disse Trump e se referindo aos documentos de inteligência israelenses. “Portanto, os Estados Unidos vão se retirar do acordo nuclear com o Irã”, diz Trump.

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Trump assinou um memorando para começar a restabelecer as sanções ao regime iraniano. Além disso, ele destacou que o “nível mais alto” e que os países que ajudam o Irã também podem ser sancionados. Trump foi mais longe ao destacar que quer novos esforços para bloquear a atividade “ameaçadora” do Irã em todo o Oriente Médio. Se o regime continuar com suas aspirações nucleares, “terá problemas maiores do que jamais teve antes”, diz ele.

Ainda na declaração Trump fez questão de ressaltar que uma equipe da Casa Branca está seguindo para a Coreia do Norte para acertar os detalhes do encontro marcado para o final deste mês com o líder Kim Jong-um, bem como determinou que sua Administração inicie imediatamente o processo de novas imposição de sanções relacionadas ao JCPOA. As sanções impostas visarão setores críticos da economia do Irã, como de energia, petroquímico e financeiro.

“Aqueles que fazem negócios no Irã terão um período de tempo para permitir que encerrem operações ou negócios envolvendo o Irã. Aqueles que não conseguirem encerrar essas atividades com o Irã até o final do período correrão o risco de graves consequências”, reiterou.

Entretanto, o presidente mantém a possibilidade de um novo acordo. “Eles vão querer fazer um acordo novo e duradouro [ …] quando o fizerem, eu estou pronto, disposto e capaz”, completou.

Efeitos da decisão

Líderes mundiais, incluindo o presidente da França Emanuel Macron e a chanceler alemã Angela Merkel, pediram a Trump que respeitasse o acordo, mas hoje o que se viu foi que o presidente dos Estados Unidos não aceitou as orientações.

De outro lado, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez um pronunciamento e reiterou o apoio à decisão de Donald Trump.

Já o presidente iraniano Hassan Rouhani disse que seu país resistirá ferozmente aos esforços para conter sua influência regional, isso enquanto Trump ainda decidia sobre o acordo.

Ao final, Trump assinou o memorando sobre sua decisão.

 


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