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Cercado de ministros, partidários, simpatizantes do PMDB e três comandantes da Forças Armadas, o presidente Michel Temer tomou posse no Congresso Nacional em cerimônia de pouco mais de 15 minutos..

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, (PMDB-AL), comandou a cerimônia de posse, acompanhado do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e também do processo que julgou a ex-presidente Dilma Rousseff no Impeachment, Ricardo Lewandowski e demais secretários da Casa.

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Logo depois do Hino Nacional, Temer fez o juramento para governar o País entre os dias 31 de agosto de 2016 a 31 de dezembro de 2018, todos assinaram o termo e Calheiros encerrou a sessão.

Antes da posse, Temer tinha sido notificado da decisão do Senado Federal de afastar definitivamente Dilma Rousseff da Presidência da República. O documento, que oficializou o resultado da votação, foi entregue a Temer por volta das 3 e meia da tarde pelo primeiro secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO).

Ainda hoje, o presidente Michel Temer participa de uma reunião com alguns de seus ministros, para recomendar as prioridades enquanto estiver fora do País. O presidente participa da reunião da Cúpula de Líderes do G-20, dias 4 e 5 de setembro.

Mas ainda nesta noite, Temer repassa, em caráter interino, o comando do País ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). De acordo com o Planalto, a cerimônia será rápida, protocolar e fechada à imprensa, na Base Aérea de Brasília.

Com a decisão dos Senadores pelo Impeachment, Rodrigo Maia disse que pretende se espelhar em Marco Maciel, que ficou conhecido pela postura comedida quando foi vice-presidente de Fernando Henrique Cardoso. “Vou presidir de forma interina, com muita discrição”, afirmou.


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