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Uma das principais agências de classificação de risco, a Standard & Poor’s, acabou de anunciar o rebaixamento da nota de crédito soberano do Brasil de BB para BB-. Além disso, a perspectiva de rating do País também foi alterada de estável para negativa.

A decisão veio mesmo com o esforço do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em pedir mais prazo para a medida. A justificativa para a decisão se deu com as incertezas que rondam a reforma da Previdência, que a agência esperava para o final de 2017, entre outros fatores.

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A decisão da S&P:

A agência destacou que, apesar de vários avanços políticos por parte da Administração Temer, o Brasil tem fez um progresso mais lento do que o esperado em colocar no lugar significativo legislação para corrigir derrapagem orçamental estrutural e aumento dos níveis de dívida em tempo hábil.

Os atrasos em avanço as medidas corretivas fiscais, crítico para abordar um dos pontos fracos chave de rating do Brasil, juntamente com a política incerta perspectivas após as eleições presidenciais de 2018, refletem mais fraco eficácia na formulação de políticas por classe política do Brasil.

“Como resultado, estamos reduzindo nossas classificações de crédito soberano de longo prazo em Brasil para ‘BB-‘ de ‘BB’. Também estamos afirmando nossa curta prazo ‘B’ ratings de crédito soberano. A perspectiva estável reflete nossa visão de que o Brasil de relativamente sólida perfil externo e a flexibilidade e credibilidade do seu monetária e taxa de câmbio política de ajudar a ancorar a classificação em ‘BB-‘ durante o próximo ano, equilibrando as fraquezas econômicas e fiscais e as incertezas sobre 2018 eleições presidenciais.

Ação de rating

Ao mesmo tempo, que os ratings em moeda afirmado o ‘B’ de curto prazo locais e estrangeiros sobre o Brasil. A agência reduziu a avaliação de transferência e convertibilidade para ‘BB +’ de ‘BBB-‘. Além disso, afirmou o rating em escala nacional ‘brAA-‘ e revisto o perspectiva para estável.

Perspectivas

A perspectiva estável reflete a visão de que há ao menos um em cada três probabilidades de que poderiam aumentar ou diminuir as classificações sobre o Brasil durante o próximo ano.

Isso reflete a política externa e monetária comparativa do Brasil, pontos fortes que ajudam a compensar a fraqueza fiscal significativa a uma economia com crescimento perspectivas mais baixo do que seus pares, e a visão de que a eficácia da formulação de políticas agências em todo do governo enfraqueceu.

“Poderemos rebaixar os ratings sobre o próximo ano devido a imprevista fraqueza na balança de pagamentos do Brasil, que surgem e prejudica o acesso ao mercado ou gera um aumento acentuado da dívida externa. Alternativamente, uma significativa deterioração recentemente melhorada da credibilidade da política monetária sob a administração corrente, marcada por um aumento persistente na inflação ou enfraquecido compromisso com um regime de câmbio flutuante, também pesaria sobre a classificação”, explicam.

Fundamentos

O enfraquecimento da avaliação institucional do Brasil reflete mais lento do que o esperado progresso e suporte inferior pelo país da classe política pôr em prática a legislação significativa para corrigir fiscal estrutural derrapagem em tempo hábil. Os desenvolvimentos políticos recentes também prenunciam o risco de maior incerteza política após as eleições nacionais no final deste ano.

Enquanto o governo tem avançado muitas reformas microeconômicas, tem sido sem sucesso até agora em angariar amplo apoio do Congresso para fortalecer a trajetória fiscal, a fim de facilitar a adesão ao do Brasil limite de gastos constitucional.
Além disso, às vezes não têm sido mistos sinais ou ações que complicam ainda mais a correção ou a política fiscal execução, incluindo medidas para o orçamento de 2018, através de ramos de governo.

Tomados em conjunto, isto evidencia a visão de que a vontade política e capacidade de resposta política diminuíram em relação às expectativas.

Falta de apoio substancial em toda a classe política do Brasil por mais forte e medidas fiscais mais rápidas ressaltam o quão importante será para o país que o próximo presidente para começar com um capital político significativo e passar rapidamente medidas de correção que têm um impacto mais cedo ou mais tarde. Contudo, esse cenário não é caso base da decisão da agência.

“Em nossa opinião, a ausência de apoio político para as medidas econômicas corretivas que temos visto até agora diminui as perspectivas de uma resposta tão rápida e sólida após o 2018 eleições. Enquanto isso, a discreta melhora na economia e dívida externa líquida baixo (em comparação com os pares) podem limitar ainda mais pressão política sobre o governo a agir em deficiências fiscais no curto prazo. Enquanto a economia tem estabilizado, vemos crescimento lento e fraquezas fiscais como crédito chave restrições. A economia diversificada saiu uma contração de vários anos íngreme, mas o seu crescimento deverá manter-se abaixo pares”, analisam.

Neste momento, o ministro Meirelles está reunido com o presidente Michel Temer para discutir a decisão da S&P.

Outras duas agências estão na iminência da mesma decisão, a Fitch Ratings e a Moody’s.


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