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Como previsto, quase nada de novo tem sido acrescentado na defesa da Presidente e Afastada Dilma Rousseff. Portanto, são mínimas as possibilidades do quadro de impedimento ser revertido. Consequência disso, no mês de setembro, Michel Temer já deverá ser o presidente efetivo do Brasil, com tempo suficiente para ir à reunião do G-20 na China e manter encontros com mandatários importantes e iniciar o processo de recuperação da credibilidade perdida.

Bastante louvável esse postura de Michel Temer, mas a credibilidade só será obtida com medidas internas de ajuste. E essas medidas são suficientemente duras para se conseguir obter o consenso do Congresso Nacional.

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Por isso, será preciso que os ministros estejam coesos e a base de apoio parlamentar do governo também.

O amanhã do novo governo será árduo. Tudo ficou para depois do impeachment de Dilma.

Vamos precisar aprovar a PEC 241, aquela que estipula teto de gastos. Vamos precisar renegociar as dívidas dos Estados sem abrir mão de endurecer.

Fundamentalmente vamos precisar abordar sem medos a reforma da Previdência, sem a qual o ajuste fiscal estaria comprometido.

Temer terá que ser duro, pois a trégua do governo será breve, depois de sua efetivação no cargo. O problema está no tempo, pois entramos em processo eleitoral, e vai ser difícil obter o quórum necessário nas duas casas do legislativo para aprovar medidas.

Assim como a credibilidade, a performance dos mercados de risco está visceralmente ligada a isso.

A fase, portanto, é de prudência, mas encerra também boas possibilidades de obtenção de lucros extraordinários.

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Por Alvaro Bandeira

Sócio e Economista Chefe home broker modalmais


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