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No mês de maio, a produção de Serviços Globais expandiu e ficou na segunda taxa mais alta nos últimos três anos. Em 54,3, o Índice de Atividade de Negócios de Serviços Globais do J.PMorgan – um índice composto produzido por J.P.Morgan e IHS Markit em associação com ISM e IFPSM – sinalizou crescimento por 106 meses consecutivos*. Os dados foram apresentados hoje nos Estados Unidos.

Os dados do setor indicaram que a aceleração foi centrada na categoria de negócios de serviços, onde o crescimento da produção atingiu um recorde de 38 meses. Em contraste, as taxas de crescimento diminuíram tanto nos provedores de serviços financeiros quanto nos de consumo.

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Os Estados Unidos foram destaques na economia global de serviços em maio. A atividade empresarial nos Estados Unidos subiu a um ritmo mais rápido em mais de três anos, com a recuperação dos melhores entre os países cobertos pela pesquisa. O Reino Unido, a Itália e a Espanha também registraram crescimento mais rápido (altas de três meses em todos os casos), assim como a Austrália (alta de dez meses). No entanto, expansões mais lentas na Alemanha e na França significaram que o crescimento (em média) em todo o setor de serviços da Zona do Euro foi o mais fraco em 16 meses. As economias de serviços nacionais da Ásia não se saíram tão bem em maio, com os desempenhos do Japão, China e Índia abaixo da média global. O crescimento da produção desacelerou no Japão e manteve-se estável na China, enquanto a Índia viu uma contração pela primeira vez em três meses. Esses três países também viram a entrada de novos negócios aumentando em taxas mais lentas.

Em outros lugares do setor de serviços globais, as taxas de aumento da produção e de novos pedidos permaneceram sólidas na Rússia, mas diminuíram em ambos os casos. A atividade empresarial caiu ligeiramente no Brasil, apesar de uma leve expansão no pedido de novo trabalho.

O emprego nos serviços globais aumentou novamente em maio, estendendo a atual sequência de criação de empregos para 99 meses.

Os níveis de pessoas trabalhando aumentaram em quase todas as nações cobertas, sendo a única exceção o Brasil (onde o emprego caiu no ritmo mais rápido desde março).

A inflação de custo de insumos acelerou para uma alta de quase sete anos em maio. A taxa de aumento subiu acentuadamente (em média) nos mercados desenvolvidos, enquanto a aceleração entre os países emergentes foi branda em comparação. Prestadores de serviços globais relataram um aumento ainda mais modesto nos custos de produção, embora mais fraco do que no mês anterior da pesquisa.

Comentando a pesquisa, David Hensley, diretor de Coordenação Econômica Global da J.P.Morgan, disse: “O setor de serviços global continuou ganhando força em maio, com a produção expandindo na segunda taxa mais rápida em três anos. O crescimento do novo pedido também permaneceu sólido, apesar da desaceleração, enquanto o emprego e os pedidos em carteira subiram ainda mais. Essa combinação deve garantir que um crescimento robusto da produção seja alcançado nos próximos meses.”

*Em função à data de publicação posterior à habitual, os dados do PMI para os serviços irlandeses não estavam disponíveis para inclusão nos números do PMI global de maio de 2018.


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