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Os investidores estão atentos para os Estados Unidos nesta sexta-feira, com o presidente Donald Trump se preparando para um pronunciamento no evento do Partido Republicano. Ainda de acordo com a reunião de Trump e empresários na Casa Branca, as indicações são para que o tema fique apenas em cima da imigração e das questões ligadas ao país vizinho, o México.

CENÁRIO EXTERNO

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ÁSIA – índice Asia Dow ficou em queda 0,51% aos 3.201. O Nikkei 225 (Japão), ficou em queda de 0,45%; o Hang Seng (Hong Kong) ficou em queda de 0,62%; o SSE Composite (Xangai) alta de 0,06%; o BSE (Índia) alta de 0,10%; o Kospi (Coreia do Sul), queda de 0,65%. Na Ásia, mercados fecharam em sua maioria em baixa, influenciados pelo fraco desempenho de ações do setor financeiro e em meio a preocupações com o atraso na reforma tributária nos Estados Unidos. Papéis de seguradora e bancos foram os destaques negativos no pregão de hoje, onde também pesou a menor expectativa de que os Estados Unidos elevem os juros no curto prazo. O iene ganhou força diante do enfraquecimento global do dólar. A moeda americana é cotada a 112,50 ienes, contra 113,20 ienes de ontem pela manhã.

EUROPA – O Stoxx Europe 600 – seguia em queda de 1,06%, em Londres; FTSE-MIB (Milão) estava em queda de 1,33%; Ibex 35 (Madri) estava em queda de 0,65%; DAX 30 (Frankfurt) estava em queda de 1,60%; CAC 40 (Paris) estava em queda de 1,47%; FTSE-100 (Londres) estava em queda de 0,81%; e o PSI-20 (Lisboa) queda de 0,63%. Na Europa, os mercados estão operando em território negativo embalados pelos resultados financeiros. O euro troca de mãos a US$ 1,0594, mantendo-se ligeiramente acima de US$ 1,0584 de ontem à tarde. No Velho Continente serão apresentados indicadores da Alemanha.

ESTADOS UNIDOS – Os índices futuros em Wall Street estão operando para baixo nesta sexta-feira. Há pouco, o S&P seguia em queda de 0,46% aos 2.352; o Dow Jones estava em queda de 0,40% aos 20.714; e o Nasdaq estava em queda de 0,55% aos 5.302. Nos Estados Unidos, a percepção é de que o Fed não deve ter pressa para continuar o aperto monetário. Porém, depois de reunião com empresários ontem na Casa Branca,  Trump não descartou que os investimentos em infraestrutura só deverão começar em 2018. Os ajustes fiscais devem acontecer até o verão e o presidente também reforçou a punição para as empresas que oferecerem empregos fora do País. O dólar recua em termos globais – o índice DXY recuou 0,49% em relação ao patamar de ontem pela manhã, enquanto o juro pago pelo T-Bond de 10 anos recuou de 2,41% ontem para 2,37%, nesta manhã.

CENÁRIO INTERNO

BRASIL – No mercado doméstico deve prevalecer a cautela na montagem de posições até a fala de Donald Trump, por volta de meio dia no horário de Brasília, embora a bolsa paulista segue operando descolada da política interna e de lado para com o cenário externo. Às vésperas do feriado de Carnaval, os investidores devem seguir realizando lucros depois dos avanços de papéis de peso no Ibovespa, entre eles a Vale, Petrobras, bancos e siderúrgicas. Sobre indicadores, o IBGE acaba de apresentar a  taxa de desocupação do País para o trimestre encerrada em janeiro de 2017, 12,6%, alta de 0,8 ponto percentual (p.p.) em relação ao período de agosto a outubro de 2016 (11,8%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, novembro de 2015 a janeiro de 2016 (9,5%), o quadro também foi de elevação (3,1 p.p.). Com isso, a população desocupada (12,9 milhões de pessoas) cresceu 7,3% (mais 879 mil pessoas) em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016 e subiu 34,3% (mais 3,3 milhões de pessoas) no confronto com igual trimestre do ano anterior.

DÓLAR- No interbancário, a moeda segue em alta nesta sexta-feira. No interbancário, a moeda ficou cotada a R$3,079 para a compra e R$3,079 para a venda, alta de 0,76%.

Commodities – No mercado futuro, o preço do petróleo estava em queda. Nesta manhã, o contrato futuro para entrega em março do produto tipo WTI estava negociado a US$ 54,09 o barril, queda de 0,66%.

AGENDA – Sexta-feira

Na Europa, preços dos importados na Alemanha ao mês e ao ano. Nos Estados Unidos, as vendas de casas novas, o sentimento da Universidade de Michigan. No Brasil, IPC-FIPE, Superávit Primário e Nacional, Dívida líquida- PIB, e PNAD  Contínua.

Informações completas no BOLETIM DE FECHAMENTO

 

 


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