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Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários globais nesta quinta-feira (20)

CENÁRIO EXTERNO

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ÁSIA- O Asia Dow ficou em alta de 0,43% aos 3.187. O Hang Seng ficou em queda de 0,21% aos 24.261. O Xangai ficou em queda de 0,74% aos 3.222. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em queda de 0,16% aos 29.413. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou em alta de 0,50% aos 2.149. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em queda de 0,98% aos 3.138. O Nikkei 225 ficou em alta de 0,70% aos 18.483. As bolsas fecharam sem direção única nesta quinta-feira. Prevaleceu o clima de cautela por conta das tensões geopolíticas e eleições na França. A escalada das tensões envolvendo os Estados Unidos e a Coreia do Norte limita a tomada de risco pelos investidores japoneses. No mercado de câmbio, o dólar é negociado a 108,99 ienes, contra 108,85 ienes no fim da tarde de ontem.

EUROPA­ – O índice Stoxx Europe 600 caía 0,05% aos 377.42, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) estava em alta de 0,07% aos 19.839; o Ibex 35 (Madri) estava em alta de 0,15% aos 10.386; o DAX 30 (Frankfurt) estava em queda de 0,02% aos 12.013; o CAC 40 (Paris) estava em alta de 0,85% aos 5.046; o FTSE-100 (Londres) estava em queda de 0,10% aos 7.107; e o PSI-20 (Lisboa) estava em queda 0,88% aos 4.890. Na Europa, as bolsas seguem no azul, com apenas Londres em terreno negativo, com as preocupações para a eleição na França e com todo reforço na segurança dos cidadãos e candidatos por conta do terrorismo.  A temporada de balanços e indicadores estão no radar. O euro troca de mãos a US$ 1,0768 contra US$ 1,0714 de ontem à tarde.

ESTADOS UNIDOS- O S&P (futuros) estava em alta de 0,27% aos 2.340; o Dow Jones (futuros) estava em alta de 0,16% aos 20.368; e o Nasdaq (futuros) estava em alta de 0,38% aos 5.418. O dólar recua frente às principais moedas, nesta manhã. O índice DXY situa-se em 99,402, com queda de 0,34%. O yield pago pela Treasury de 10 anos encontra-se em 2,227% ao ano, refletindo também a insegurança em relação à trajetória monetária a ser seguida pelo Federal Reserve diante da possibilidade de o presidente Donald Trump implementar uma política fiscal expansionista. As tensões geopolíticas (Coreia do Norte e Síria), bem como com as eleições francesas deste fim de semana são, parcialmente, compensadas pela divulgação de resultados corporativos e pela alta do petróleo. O movimento para cima se dá com acordos preliminares para estender os cortes na produção da commodity para além deste semestre.

Commodities

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 1,18% a US$65,36 a tonelada seca e com 62% de pureza.

Os futuros de petróleo, que operavam em alta ao longo da madrugada, voltaram para terreno negativo.  Hoje, o ministro de Energia da Arábia Saudita afirmou que o cartel fechou acordo preliminar para estender os cortes na produção para além deste primeiro semestre. O contrato futuro do produto tipo WTI para entrega em junho é negociado a US$ 50,39 o barril, com queda de 0,10%.

CENÁRIO INTERNO

BRASIL- A B3 deve recuperar as perdas da sessão anterior, com o último dia útil da semana. Brasília já está em ritmo de feriado com as grandes decisões agendadas para terça-feira (25). Ademais, aumentam as preocupações com os rumos da Reforma da Previdência, que mesmo com as concessões já efetuadas não garantem um placar favorável a aprovação da proposta.  A Reforma Trabalhista e a Lei de Abuso de Autoridade sinalizam mais discussões a partir da semana que vem.

AGENDA- Quinta- feira

Na Europa será apresentado o IPP da Alemanha e a Confiança do Consumidore europeu. Nos Estados Unidos, os Pedidos de Auxílio-desemprego, Relatório do Fed da Philadelphia e o Indicador antecedente. No Brasil, o IPC-FIPE, IPCA e Confiança Industrial – CNI.

 


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