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Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários globais na manhã desta quinta -feira (13).

CENÁRIO EXTERNO

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ÁSIA- Ao final da jornada, o índice MSCI Asian Pacific fechou em alta de 0,7% aos 15.35, em Hong Kong. O índice Asia Dow subiu 0,83% para 3.235. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em alta de 1,16% aos 26.346. O Xangai Composite ficou em alta de 0,64% aos 3.218. O Nikkei 225, bolsa do Japão, ficou estável aos 20.099 pontos. O índice Kospi, Coreia do Sul, fechou em alta de 0,74% aos 2.409 pontos. O índice Sensex, bolsa da Índia, fechou em alta de 0,73% aos 32.037. O índice FTSE Straits Times de Singapura fechou em alta de 0,81% aos 3.235. As bolsas asiáticas fecharam  em alta, nesta quinta-feira. Os comentários da presidente do Fed e a divulgação de números chineses de comércio exterior, melhores que o esperado, alimentaram o otimismo dos investidores. Na China, tanto as exportações como as importações surpreenderam positivamente em junho. Na comparação anual, as exportações chinesas medidas em dólares avançaram 11,3% no mês e as importações saltaram 17,2%, batendo as estimativas dos analistas. O dólar é negociado a 113,00 ienes, abaixo do valor de 113,16 ienes de ontem à tarde.

EUROPA – O índice Stoxx Europe 600 segue em alta de 0,36% aos 386.30, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) estava em alta de 0,06% aos 21.449; o Ibex 35 (Madri) estava em alta de 0,88% aos 10.653; o DAX 30 (Frankfurt) estava em alta de 0,06% aos 12.634; o FTSE-100 (Londres) estava em alta de 0,05% aos 7.420; o CAC 40 (Paris) estava em alta de 0,41% aos 5.243 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) estava em alta de 1,38% aos 5.287. Os mercados acionários da Europa seguem o movimento de alta, que ganhou força com a fala de Yellen. O euro é cotado a US$ 1,1395, recuando frente à cotação de US$ 1,1424 de ontem à tarde.

ESTADOS UNIDOS- O S&P (futuros) opera em alta de 0,10% aos 2.442; o Dow Jones (futuros) opera em alta de 0,05% aos 21.494; e o Nasdaq (futuros) está em alta de 0,15% aos 5.794. As declarações consideradas “dovish”, efetuadas por Janet Yellen ontem em seu testemunho perante a Câmara dos Representantes, mostrando que o Fed não tem pressa em reduzir os estímulos monetários, atraem os investidores para os ativos de maior risco, no dia de hoje. O dólar recua frente às principais moedas (acumula perda de 0,8% nesta semana, segundo o índice DXY) , enquanto sobem os preços das Treasuries, reduzindo o juro pago pelo T-Bond de 10 anos para 2,309% ao ano, contra 2,318% no fim da tarde de ontem.

Commodities

O contrato futuro do petróleo tipo WTI para entrega em agosto é negociado a US$ 45,59 o barril, com alta de 0,22%, no momento.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 2,90% a US$65,91 a tonelada seca e com 62% de pureza.

CENÁRIO INTERNO

BRASIL- Na B3, o Ibovespa opera acima dos 65 mil pontos, nesta quinta-feira, ainda sob os efeitos dos acontecimentos de ontem. Pesam nas negociações, a vitória folgada obtida pelo governo no Senado, com a aprovação da reforma trabalhista. O movimento está amparado no crescente otimismo interno, decorrente da percepção de diminuição dos riscos políticos que cercam o pleito eleitoral de 2018 com a sentença do Juiz Federal, Sérgio Moro, para o ex-presidente, Lula. O dólar e juros futuros devem seguir esse ambiente de menor risco, operando em baixa.

AGENDA – Quinta-feira

No Brasil foram apresentados os números do setor de Serviços pelo IBGE. Nos Estados Unidos, o IPP e os Pedidos de Auxílio-desemprego.


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