Clicky

Tesouro Direto Taxa Zero 728×90

Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta sexta-feira (01). O destaque fica para o PIB do Brasil.

ÁSIA

MetaTrader 300×250

NA China, o Índice de Gerentes de Compras ajustados, PMI, registrou 50,8 em novembro, abaixo de 51,0 em outubro. Enquanto permaneceu acima do valor crucial de 50.0, o índice subiu ao seu nível mais baixo por cinco meses para sinalizar apenas uma recuperação marginal nas condições de operação. Os produtores de bens chineses continuaram a aumentar os níveis de produção em novembro. Embora o ritmo de expansão tenha sido levado ligeiramente em outubro, a taxa de crescimento foi modesta em geral.

No Japão, os principais preços ao consumidor subiram 0,8% em outubro em relação ao ano anterior, segundo dados do Governo. O principal índice de preços ao consumidor, que inclui produtos de petróleo, mas exclui os preços dos alimentos frescos, em comparação com a estimativa mediana dos economistas para um ganho anual de 0,8%. Eliminando o efeito de alimentos e energia frescos, os preços ao consumidor subiram 0,2% em outubro em relação ao ano anterior. Os principais preços ao consumidor em Tóquio, disponíveis um mês antes dos dados nacionais, aumentaram 0,6% em novembro em relação ao ano anterior, contra um aumento anual de 0,6% observado pelos analistas.

No Japão, o índice de preços ao consumidor em outubro de 2017 foi de 100,6 (2015 = 100), um aumento de 0,2% em relação ao ano anterior ao ajuste sazonal e ao mesmo nível do mês anterior, com base no desdobramento.

O índice de preços ao consumidor da área de Tóquio em novembro de 2017 (preliminar) foi de 100,6 (2015 = 100), um aumento de 0,3% em relação ao ano anterior ao ajuste sazonal e 0,8% em relação ao mês anterior, com base no desdobramento.

No Japão, o índice Nikkei de Manufatura, ou PMI, subiu para 53,6 em novembro, de 52,8 em outubro. Uma leitura acima de 50 indica uma melhora, enquanto uma abaixo de 50 pontos para uma contração de atividade. O índice em novembro mostrou a maior melhora nas condições do setor de manufatura desde março de 2014. “A demanda do exterior sustentou uma alta de 44 meses no crescimento de novos negócios. Consequentemente, a produção foi impulsionada na maior parte desde fevereiro de 2014”, disse Joe Hayes, economista na IHS Markit, que compila a pesquisa.

EUROPA

Na Espanha, a pesquisa IHS Markit de Manufatura, PMI, subiu para 56,1 em novembro, de 55,8 em outubro, a maior leitura desde fevereiro de 2007. As condições de funcionamento agora melhoraram mensalmente ao longo dos últimos quatro anos.

Na Itália, o PMI medido pela IHS Markit subiu em novembro para o seu nível mais alto desde fevereiro de 2011. Depois da contabilização de fatores sazonais, o PMI registrou 58,3, ante 57,8 em outubro. O índice já ficou acima da marca sem mudança de 50.0 por 15 meses consecutivos.

Na França, o Índice de Gerentes de Compras Manufatura da IHS Markit, PM, ficou em 57,7 em novembro para sinalizar uma melhoria adicional na saúde geral do setor de fabricação francês.

A partir de 56,1 em outubro, o índice atingiu uma alta de sete anos. As condições comerciais melhoraram em cada um dos três subsetores, liderados por bens intermediários.

A produção aumentou na maior parte desde abril de 2011 em novembro, e estendeu a atual seqüência de aumento para 15 meses.

Na Alemanha, o PMI de Manufatura saiu de 60,6 para 62,5 em novembro. A última leitura foi a segunda mais alta vista desde que a pesquisa começou em abril de 1996, excede apenas em 62,7% em fevereiro de 2011, revela a IHS Markit.

Os níveis de produção subiram, em grande parte, desde abril de 2011, com cada uma das principais categorias de manufatura (consumidor, intermediário e investimento) com altas taxas de expansão em novembro.

Na Zona do Euro, o IHS Markit de Manufaturing, PMI, subiu para 60,1 em novembro, sendo a melhor leitura além da série de recordes de abril de 2000. O PMI principal manteve-se agora acima da marca neutra de 50.0 por 53 meses, com a última figura ligeiramente acima da estimativa da prévia de 60,0.

Em novembro, as taxas de melhoria nas condições operacionais globais fortaleceram os setores de consumo, intermediário e de investimento. A taxa de aumento mais rápida foi observada em bens de investimento e os produtores de bens de consumo mais lentos. O crescimento atingiu um registro em série na categoria de bens intermediários.

*ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, serão apresentados indicadores ao longo do dia.

BRASIL

No Brasil, o Produto Interno Bruto (PIB) variou 0,1% no 3º trimestre de 2017 frente ao 2º trimestre de 2017, na série com ajuste sazonal. Em relação a igual período de 2016, o crescimento foi de 1,4%. No acumulado em quatro trimestres terminados no 3º trimestre de 2017, o PIB registrou queda de 0,2%, frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Já acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB cresceu 0,6%, em relação a igual período de 2016.

Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 1,641 trilhão, no 3º trimestre de 2017, sendo R$ 1,416 trilhões referentes ao Valor Adicionado e R$ 225,8 bilhões aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, PIB cresce 1,4%

Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB apresentou expansão de 1,4% no terceiro trimestre de 2017. O Valor Adicionado a preços básicos teve aumento de 1,2% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios cresceram 2,5%.

Dentre as atividades que contribuem para a geração do Valor Adicionado, a Agropecuária registrou crescimento de 9,1% em relação a igual período do ano anterior.

Conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), divulgado no mês de novembro, o crescimento na estimativa de produção anual e ganho de produtividade de culturas com safras relevantes nesse trimestre, como milho (54,9%), algodão herbáceo (10,7%) e laranja (0,1%) suplantou o fraco desempenho de culturas como, por exemplo, cana de açúcar (-6,8%), café (-7,9%) e mandioca (-1,8%).

A Indústria registrou variação positiva de 0,4%. As Indústrias de transformação apresentaram crescimento de 2,4%.

A Construção apresentou redução no volume do valor adicionado: -4,7%. Já as Indústrias extrativas se expandiram em 2,4% em relação ao terceiro trimestre de 2016, puxada pelo crescimento da extração de minérios ferrosos. A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, por sua vez, registrou variação positiva de 0,2%.

De janeiro a setembro, PIB acumula aumento 0,6%

O PIB no acumulado do ano até o terceiro trimestre de 2017 cresceu 0,6% em relação a igual período de 2016. Nesta base de comparação, Agropecuária cresceu 14,5%, enquanto que Indústria (-0,9%) e Serviços (-0,2%) acumularam queda.
PIB cresce 0,1% em relação ao trimestre anterior

O PIB manteve-se praticamente estável (variação positiva de 0,1%) na comparação do 3º trimestre de 2017 contra o 2º trimestre do ano, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. A Agropecuária registrou queda de 3,0%, a Indústria teve crescimento de 0,8% e os Serviços aumentaram em 0,6%.

Nos Serviços, apresentaram resultado positivo o Comércio (1,6%), as Atividades imobiliárias (0,9%), as Outras atividades de serviços (0,2%) e a Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,2%). Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,1%), Transporte, armazenagem e correio (0,0%) e
Informação e comunicação (-0,1%) registraram estabilidade.

Em valores correntes, PIB totaliza R$ 1,641 trilhão

O Produto Interno Bruto no terceiro trimestre de 2017 totalizou R$ 1.641,4 bilhões, sendo R$ 1.415,6 bilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 225,8 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2017 foi de 16,1% do PIB, pouco abaixo do observado no mesmo período do ano anterior (16,3%). A taxa de poupança foi de 15,2% no terceiro trimestre de 2017 (ante 14,9% no mesmo período de 2016).

Revisão das séries das Contas Trimestrais

As Contas Nacionais Trimestrais têm a rotina de, na divulgação do terceiro trimestre de cada ano, realizar uma revisão mais abrangente que incorpora os novos pesos das Contas Nacionais Anuais de dois anos antes, atualizações nas séries de dados adotadas e, se for o caso, aperfeiçoamentos metodológicos. O detalhamento dos principais pontos revistos pode ser encontrado na publicação completa das Contas Trimestrais.

No Brasil, o Índice Gerente de Compras (PMI ) da IHS Markit, sazonalmente ajustado, atingiu 53,5 em novembro, acima do valor de 51,2 observado em outubro e um recorde de alta de oitenta e um meses, indicando assim uma melhoria robusta na saúde do setor industrial. A categoria de bens de consumo teve o melhor desempenho, embora tenha sido observado também um crescimento nas de bens intermediários e de bens de investimento.

No Brasil, o IPC-S de 30 de novembro de 2017 apresentou variação de 0,36%1, 0,04 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,01%, no ano e, 3,35%, nos últimos 12 meses. Os dados são da FGV/IBRE.

Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,01% para 0,33%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de -4,93% para 3,88%.

Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,31% para 0,39%), Vestuário (-0,27% para 0,01%), Comunicação (0,23% para 0,40%), Despesas Diversas (0,01% para 0,08%) e Transportes (0,79% para 0,80%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,60% para -0,31%), roupas (-0,40% para -0,01%), pacotes de telefonia fixa e internet (1,09% para 1,80%), alimentos para animais domésticos (-1,20% para -0,61%) e gasolina (2,51% para 3,17%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Habitação (0,80% para 0,77%) e Alimentação (-0,19% para -0,26%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: móveis para a residência (0,36% para -0,60%) e hortaliças e legumes (-0,99% para -3,91%), respectivamente.


Assuntos desta notícia