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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quinta-feira (07). O destaque ficou para os pedidos de seguro desemprego nos Estados Unidos.

ÁSIA

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No Japão, ainda essa noite, será apresentado o PIB.

EUROPA

Na Europa, o PIB dessazonalizado aumentou 0,6% na Zona do Euro (EA19) e na União Europeia (UE28) durante o terceiro trimestre de 2017, em comparação com o trimestre anterior, de acordo com uma estimativa publicada pelo Eurostat, o escritório de estatística da União Européia. No segundo trimestre de 2017, o PIB cresceu 0,7% em ambas as áreas.

Em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o PIB ajustado sazonalmente aumentou 2,6% tanto na EA19 como na UE28 no terceiro trimestre de 2017, depois de uma alta de 2,4% em ambas as zonas no segundo trimestre de 2017.

Durante o terceiro trimestre de 2017, o PIB nos Estados Membros aumentou 0,8% em relação ao trimestre anterior (depois também + 0,8% no segundo trimestre de 2017). Em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o PIB cresceu 2,3% (após + 2,2% no segundo trimestre de 2017).

Entre os Estados-Membros para os quais estão disponíveis dados para o terceiro trimestre de 2017, a Romênia (+ 2,6%), Malta (+ 1,9%), a Letônia (+ 1,5%) e a Polônia (+ 1,2%) registraram o maior crescimento em relação ao anterior trimestre, enquanto o PIB diminuiu na Dinamarca (-0,6%) e manteve-se quase estável na Lituânia (+ 0,1%).

O índice global de imposto em relação ao PIB, que significa a soma dos impostos e das contribuições sociais líquidas como percentual do PIB, situou-se em 40% na União Européia (UE) em 2016, um aumento em relação a 2015 (39,7%). Na área do euro, o imposto e as receitas representaram 41,3% do PIB em 2016, um pouco acima de 41,2% em 2015.

Esta informação vem do Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia. Os indicadores fiscais são compilados num quadro harmonizado baseado no Sistema Europeu de Contas (ESA 2010), permitindo uma comparação precisa dos sistemas fiscais e das políticas fiscais entre os Estados-Membros da UE.

Na Alemanha, em outubro de 2017, a produção na indústria caiu 1,4% em relação ao mês anterior com base no preço, no período sazonal e no dia útil, de acordo com dados provisórios do escritório Federal de Estatística (Destatis). Em setembro de 2017, o valor corrigido mostra uma queda de 0,9% (primário -1,6%) de agosto de 2017.

Em outubro de 2017, a produção na indústria, excluindo energia e construção, caiu 2,0%. Dentro da indústria, a produção de bens de capital diminuiu 2,7% e a produção de bens de consumo em 2,6%. A produção de bens intermediários apresentou queda de 1,0%. A produção de energia aumentou 5,1% em outubro de 2017 e a produção em construção diminuiu 1,3%.

No Reino Unido, os preços das casas nos últimos três meses (setembro-novembro) subiram 2,4% ante o trimestre anterior (junho-agosto). Este é o crescimento de preços mais rápido, nesta medida, desde janeiro. Os preços nos três meses até novembro foram 3,9% maiores que nos mesmos três meses do ano anterior, embora a mudança anual em novembro tenha sido menor do que em outubro (4,5%). Os preços das casas aumentaram 0,5% entre outubro e novembro, depois de um aumento de 0,3% em outubro, marcando o quinto aumento mensal consecutivo. O preço médio de £ 226,821 é 3,2% superior ao de janeiro (£ 219,741). Os dados são do Banco Central da Inglaterra.

Na Itália, a fim de melhorar a atualidade das informações estatísticas sobre o mercado de trabalho italiano e de acordo com os acordos realizados na União Europeia, a Istat publica estimativas mensais dos principais indicadores do mercado de trabalho resultantes da “Pesquisa da força de trabalho”. Em outubro de 2017, estavam empregadas 23.082 milhões de pessoas, inalteradas em relação a setembro de 2017. Os desempregados eram 2,879 milhões, queda de 0,1% em relação ao mês anterior.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, os empregadores anunciaram 35.038 cortes de empregos em novembro, um aumento de 30% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram anunciados 26.936 cortes de empregos. Os empregadores anunciaram 17% mais cortes que em outubro de 2017, quando 29.831 foram anunciados, de acordo com um relatório divulgado nesta quinta-feira pela consultora global de perspectivas Challenger, Gray & Christmas, Inc. Até agora, 386 347 cortes de empregos foram anunciados, 22% menos do que os 493.288 cortes anunciados até novembro de 2016. Este é o maior total mensal desde abril, quando 36.602 cortes foram anunciados. No mês de novembro, o total mais baixo do ano foi registrado desde que foram anunciados 376.057 cortes.

Nos Estados Unidos, na semana que terminou em 2 de dezembro o índice de pedidos iniciais do seguro desemprego, ajustado, foi de 236 mil, queda de 2 mil do nível não revisado da semana anterior de 238 mil. A média móvel de quatro semanas foi de 241.500, queda de 750 da média não revisada da semana anterior de 242.250.

Os procedimentos de reclamação continuam a ser interrompidos nas Ilhas Virgens. O processo de reivindicação em Porto Rico ainda não retornou ao normal.

A taxa de pedidos do seguro foi de 1,4% para a semana que terminou em 25 de novembro, inalterada em relação à taxa não revisada da semana anterior. O número de pedidos dessazonalizado na semana que terminou em 25 de novembro foi de 1.9 milhão queda de 52 mil do nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado até 3 mil de 1.95 milhão para 1.96 milhão. A média móvel de quatro semanas foi de 1.912.750, um aumento de mil na média revisada da semana anterior.

BRASIL

No Brasil, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas, subiu 1,0 ponto entre novembro e outubro, para 103,9 pontos, o maior nível da série, iniciada em junho de 2008. A terceira alta consecutiva do indicador sinaliza continuidade da tendência de evolução favorável do mercado de trabalho no curto prazo.

“A elevação do IAEmp vem em linha com a expectativa de melhora do crescimento da economia brasileira em 2018. O crescimento ainda é fraco em 2017, mas as expectativas para 2018 são positivas”, afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho, Economista da FGV IBRE.

Após duas quedas, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) avançou em outubro, variando 1,5 ponto, para 98,6 pontos.

“O ICD ficou relativamente estável ao longo dos últimos meses. O nível elevado do índice mostra que os consumidores, mesmo após alguma queda da taxa de desemprego e da geração de novos postos de trabalho dos últimos meses, ainda enfrentam um mercado de trabalho bastante complicado. Apesar da melhora do mercado de trabalho, deve-se esperar uma taxa de desemprego ainda elevada nos próximos meses”, continua Fernando de Holanda Barbosa Filho.

O avanço do IAEmp em novembro ocorreu em três dos sete indicadores que o compõem, com destaque para os que medem o ímpeto de contratações nos três meses seguintes, na Sondagem da Indústria de Transformação, e a expectativa com relação à facilidade de se conseguir emprego nos seis meses seguintes, da Sondagem do Consumidor, com variações de 9,8 e 8,0 pontos, na margem, respectivamente.

As classes de renda que mais contribuíram para a alta do ICD foram as duas mais baixas: consumidores com renda familiar até R$ 2.100,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 3,5 pontos; e a faixa entre R$ 2.100,00 e R$ 4.800,00, com avanço de 3,1 pontos.

No Brasil, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,80%, em novembro. A variação registrada em outubro foi de 0,10%. Em novembro de 2016, a variação foi de 0,05%. A taxa acumulada em 2017, até novembro, é de -1,15%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula variação de -0,33%. O IGP-DI de novembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,06%, em novembro. Em outubro, a taxa foi de -0,03%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,61%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,29%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 1,06% para 10,02%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, repetiu a taxa do mês anterior, de 0,32%.

O índice do grupo Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,98%, ante 1,22%, no mês anterior. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 0,54% para 7,02%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, apresentou variação de 1,19%. No mês anterior, a variação foi de 1,33%.

No estágio das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação passou de -1,92%, em outubro, para 0,52%, em novembro. Os destaques no sentido ascendente foram: minério de ferro (-12,35% para -3,75%), leite in natura (-7,49% para -1,10%) e mandioca (aipim) (1,49% para 6,37%).Em sentido descendente, vale mencionar: milho (em grão) (8,85%para 3,85%), laranja (4,89% para 0,44%) e aves (4,06% para 2,77%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,36%, em novembro, ante 0,33%, no mês anterior. Três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Transportes (0,08% para 0,80%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de -0,18% para 3,17%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (-0,12% para 0,33%) e Habitação (0,70% para 0,77%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: passagem aérea (-6,88% para 3,88%) e tarifa de eletricidade residencial (3,37% para 3,98%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Alimentação (0,24% para -0,26%), Despesas Diversas (0,32% para 0,08%), Comunicação (0,55% para 0,40%), Vestuário (0,05% para 0,01%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,39%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (10,29% para -3,91%), cigarros (1,02% para 0,02%), tarifa de telefone móvel (1,37% para -0,04%), roupas (0,19% para -0,01%) e medicamentos em geral (0,17% para 0,08%), respectivamente.

O núcleo do IPC registrou taxa de 0,23%, ante 0,24%, apurada no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 37 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 27 apresentaram taxas abaixo de -0,16%, linha de corte inferior, e 10 registraram variações acima de 0,68%, linha de corte superior. Em novembro, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 50,30%, ficando 7,10 pontos percentuais abaixo do registrado em outubro, quando o índice foi de 57,40%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, a mesma taxa de variação do mês anterior, de 0,31%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,63%. No mês anterior, este índice variou 0,67%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,05%. No mês anterior, este índice variou 0,01%.


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