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Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quinta- feira (30). O destaque fica para a PNAD Contínua do IBGE.

ÁSIA

Tesouro Direto Taxa Zero 300×250

Na China, a atividade no setor de fabricação apresentou recuperação em novembro, uma vez que a forte demanda global de exportações chinesas impulsionou a segunda maior economia do mundo.

Um indicador oficial da atividade da fábrica, o índice dos gerentes de compras, subiu para 51,8 em novembro, de 51,6 em outubro, informou nesta quinta-feira o Departamento Nacional de Estatística. A leitura atingiu uma previsão mediana de 51,5 por economistas entrevistados pelo Wall Street Journal e manteve o índice acima da marca de 50 que separa a expansão da contração pelo 16º mês consecutivo.

A economia da China mostrou força surpreendente, confundindo as expectativas de muitos analistas de uma desaceleração nos últimos meses, devido aos esforços de Pequim para reduzir o excesso de capacidade, reduzir a poluição e reduzir a dívida corporativa e financeira.

Os setores de varejo, atacado, internet e entrega expandiram-se mais rapidamente em novembro, elevando o PMI não oficial de fabricação para 54,8 em novembro, de 54,3 em outubro.

As fortes exportações, juntamente com os gastos agressivos do governo, levaram a economia chinesa a uma taxa de crescimento de 6,9% nos primeiros nove meses do ano, colocando o objetivo de crescimento anual de 6,5% do governo em um alcance fácil para o último trimestre. Dado isso, Pequim já começou a reduzir seus gastos fiscais enquanto avançava em sua campanha de desalavancagem e mantendo uma cobertura em um mercado de propriedade quente para tentar orientar a economia para uma base mais saudável.

EUROPA

Na Alemanha, o volume de negócios provisório de dados no comércio varejista para o mês de outubro de 2017, em termos reais, ficou 1,4% menor e em termos nominais, 0,3% maior que o de outubro de 2016. O número de dias abertos à venda era de 24 em outubro de 2017 e de 25 em outubro de 2016. Comparado com o ano anterior, o volume de negócios no comércio varejista ficou nos primeiros dez meses de 2017 em termos reais 2,4% e em termos nominais 4,3% maiores do que no período correspondente do ano anterior. Quando ajustado para calendário e variações sazonais, o volume de negócios de outubro de 2017 foi em termos reais 1,2% e em termos nominais 1,0% menor do que em setembro de 2017.

No Reino Unido, a taxa anual de crescimento do preço da casa manteve-se estável em novembro em 2,5%. No entanto, o crescimento anual permanece dentro da faixa de 2 -4% que prevaleceu desde março. As baixas taxas de hipoteca e as taxas saudáveis de crescimento do emprego estão fornecendo suporte para a demanda, mas isso está sendo parcialmente compensado pela pressão sobre os rendimentos familiares, o que parece estar pesando sobre a confiança. A falta de casas no mercado é um suporte aos preços.

Na França, ao longo de um ano, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) deve aumentar em 1,2% em novembro de 2017, depois da alta de 1,1% no mês anterior, de acordo com a estimativa provisória feita no final do mês. Esse aumento na inflação de um ano para o outro, o quarto em uma linha, deve ter origem em uma aceleração dos preços dos serviços e de uma menor queda nos preços dos produtos manufaturados. A aceleração dos preços do tabaco também deve contribuir, mas em menor grau. Os preços dos alimentos devem crescer ao mesmo ritmo do mês anterior. Os dados são do Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (INSEE).

Na Itália, a fim de melhorar as atuais informações estatísticas sobre o mercado de trabalho e de acordo com os acordos obtidos na União Europeia, a Istat publicou as estimativas mensais dos principais indicadores do mercado de trabalho resultantes da “Pesquisa da força de trabalho”. Em outubro de 2017, estavam empregadas 23.082 milhões de pessoas, inalteradas em relação a setembro de 2017. Os desempregados eram 2,879 milhões, -0,1% em relação ao mês anterior.

Na Zona do Euro, a inflação anual deverá ser de 1,5% em novembro de 2017, ante 1,4% em outubro de 2017, de acordo com uma estimativa do Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia. Considerando os principais componentes da inflação da Zona do Euro, espera-se que a energia tenha a maior taxa anual em novembro (4,7%, em comparação com 3,0% em outubro), seguida de alimentos, álcool e tabaco (2,2%, em comparação com 2,3% em outubro ), serviços (1,2%, estável em relação a outubro) e bens industriais não energéticos (0,4%, estável em relação a outubro).

Na Europa, a taxa de desemprego corrigida de sazonalidade da Zona do Euro (EA19) foi de 8,8% em outubro de 2017, ante 8,9% em setembro de 2017 e de 9,8% em outubro de 2016. Esta é a menor taxa registrada na área do euro desde janeiro de 2009. O desemprego da União Europeia (UE28) a taxa foi de 7,4% em outubro de 2017, ante 7,5% em setembro de 2017 e de 8,3% em outubro de 2016. Esta é a taxa mais baixa registrada na UE28 desde novembro de 2008. Esses números são publicados pelo Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia.

O Eurostat estima que 18.243 milhões de homens e mulheres na UE28, dos quais 14.344 milhões na área do euro, estavam desempregados em outubro de 2017. Em comparação com setembro de 2017, o número de pessoas desempregadas diminuiu 111 mil na UE28 e 88 mil na área do euro. Em comparação com outubro de 2016, o desemprego caiu 2,074 milhões na UE28 e 1,473 milhões na área do euro.

*ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de seguro desemprego para a semana encerrada em 25 de novembro, ajustado, foi de 238 mil, queda de 2 mil do nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado para 1.000 de 239 mil para 240.000.
A média móvel de 4 semanas foi de 242 250, um aumento de 2.250 da média revisada da semana anterior. A média da semana anterior foi revisada por 250 de 239.750 para 240 mil.

Os procedimentos de reclamação continuam a ser interrompidos nas Ilhas Virgens. A taxa de desemprego segurado precoce ajustada sazonalmente foi de 1,4% na semana que terminou em 18 de novembro a taxa não revisada da semana anterior

O número de pedidos inicias para o seguro dessazonalizado durante a semana que terminou em 18 de novembro foi de 1.957.000, alta de 42 mil do nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado até 11 mil de 1.904 milhão para 1.915 milhão. A média móvel de quatro semanas foi de 1.911 milhão, um aumento de 18.250 da média revisada da semana anterior. A média da semana anterior foi revisada em 2.750 de 1.890 milhão para 1.892.750.

Nos Estados Unidos, a renda pessoal aumentou US $ 65,1 bilhões (0,4%) em outubro de acordo com as estimativas divulgadas hoje pelo Departamento de Análises Econômicas. A renda pessoal descartável (DPI) aumentou US $ 66,1 bilhões (0,5%) e as despesas de consumo pessoal (PCE) aumentaram US $ 34,4 bilhões (0,3%).

O DPI real aumentou 0,3% em outubro e o Real PCE aumentou 0,1%. O índice de preços do PCE aumentou 0,1%. Excluindo alimentos e energia, o índice de preços PCE aumentou 0,2%.

O aumento da renda pessoal em outubro refletiu principalmente aumentos nos salários e nas receitas de juros pessoais.

O aumento de US $ 13,1 bilhões no PCE real em outubro refletiu um aumento de US $ 11,4 bilhões em gastos com bens e um aumento de US $ 2,7 bilhões nos gastos com serviços.

Dentro dos bens, outros bens não duráveis, que incluem medicamentos prescritos e itens recreativos, foram os principais contribuintes para o aumento. Dentro dos serviços, o maior contribuinte para o aumento foi o gasto para outros serviços, que inclui tarifas de passageiros para serviços de viagens e comunicação no estrangeiro.

Os gastos pessoais aumentaram US $ 38,7 bilhões em outubro. A poupança pessoal foi de US $ 457,3 bilhões em outubro e a taxa de poupança pessoal, a economia pessoal como porcentagem da renda pessoal descartável foi de 3,2%.

*Nos Estados Unidos ainda serão apresentados indicadores.

BRASIL

No Brasil, a taxa de desocupação (12,2%) no trimestre móvel de agosto a outubro de 2017 recuou 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho de 2017 (12,8%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2016 (11,8%), houve aumento de 0,4 ponto percentual.

A população desocupada (12,7 milhões) teve queda de 4,4% no confronto com o trimestre anterior (menos 586 mil pessoas). Em relação a igual período de 2016, houve aumento de 5,8% (mais 698 mil pessoas).

A população ocupada (91,5 milhões) aumentou 1,0% (868 mil pessoas a mais) em relação ao trimestre de maio a julho de 2017. Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve alta de 1,8% (mais 1,7 milhão de pessoas).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,3 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior. No confronto com o mesmo trimestre de 2016, houve queda de 2,2% (menos 738 mil pessoas).

O contingente de trabalhadores por conta própria (23,0 milhões) cresceu 1,4% na comparação com o trimestre anterior (326 mil pessoas a mais). Em relação ao mesmo período de 2016, houve alta de 5,6% (aumento de 1,2 milhão de pessoas).

O rendimento médio real habitual (R$ 2.127) ficou estável nas duas comparações. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 189,8 bilhões) subiu 1,4% em comparação ao trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre de 2016, o aumento foi de 4,2%. Acesse as informações completas sobre a pesquisa aqui.

A taxa de desocupação foi estimada em 12,2% no trimestre móvel referente aos meses de agosto a outubro de 2017, com redução de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho de 2017 (12,8%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, agosto a outubro de 2016, quando a taxa foi estimada em 11,8%, o quadro foi de elevação (0,4 ponto percentual).

No trimestre de agosto a outubro de 2017, havia 12,7 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente apresentou queda de 4,4%, ou seja, menos 586 mil pessoas, frente ao trimestre de maio a julho de 2017, ocasião em que a desocupação foi estimada em 13,3 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 12,0 milhões de pessoas desocupadas, essa estimativa subiu 5,8%, significando um adicional de 698 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.

O contingente de pessoas ocupadas foi estimado em 91,5 milhões no trimestre de agosto a outubro de 2017, representando aumento de 1,0% (868 mil pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho de 2017. Em comparação ao mesmo trimestre de 2016, quando haviam no Brasil 89,9 milhões de pessoas ocupadas, este indicador apresentou, também, variação positiva (1,8%).

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de agosto a outubro de 2017, foi estimada em 104,3 milhões de pessoas. Essa população permaneceu estável quando comparada com o trimestre de maio a julho de 2017. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 2,3% (mais 2,4 milhões de pessoas).

O contingente fora da força de trabalho no trimestre de agosto a outubro de 2017 foi estimado em 64,5 milhões de pessoas e ficou estável em ambas as comparações.

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos), estimado em 33,3 milhões de pessoas, ficou estável frente ao trimestre de maio a julho de 2017. No confronto com o mesmo trimestre de 2016, houve queda de -2,2% (redução de 738 mil pessoas).

A categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (11,0 milhões de pessoas) cresceu 2,4% em relação ao trimestre anterior (mais 254 mil pessoas). Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve alta de 5,9% (mais 615 mil pessoas).

O número de trabalhadores por conta própria (23,0 milhões de pessoas) cresceu 1,4% na comparação com o trimestre de maio a julho de 2017 (mais 326 mil pessoas). Em relação ao mesmo período de 2016, houve alta de 5,6% (mais 1,2 milhão de pessoas).

O contingente de empregadores se manteve em 4,3 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre imediatamente anterior e em relação ao mesmo período do ano anterior.

A categoria dos trabalhadores domésticos (6,3 milhões de pessoas) apresentou crescimento de 2,9% no confronto com o trimestre de maio a julho de 2017. Frente ao trimestre de agosto a outubro de 2016, houve estabilidade.

Os empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,5 milhões de pessoas, apresentou estabilidade em ambos os trimestres comparativos.

A massa de rendimento real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada, para o trimestre móvel de agosto a outubro de 2017, em R$ 189,8 bilhões. Quando comparada ao trimestre móvel de maio a julho de 2017, apresentou variação de 1,4% (mais R$ 2,6 bilhões). Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, o aumento foi de 4,2% (acréscimo de R$ 7,7 bilhões).

No Brasil, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 2,9 pontos em novembro de 2017, para 98,3 pontos, o maior desde janeiro de 2014 (100,1 pontos). Após cinco altas consecutivas, o ICI acumula alta de 8,8 pontos no segundo semestre.

A alta da confiança industrial alcançou 13 dos 19 segmentos industriais em novembro de 2017. O Índice de Expectativas (IE) subiu 4,2 pontos, para 99,4 pontos, acumulando alta de 7,3 pontos no segundo semestre. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,7 ponto, para 97,2 pontos, com alta de 10,2 pontos no mesmo período.

A melhora na percepção sobre os estoques foi o principal fator a contribuir para a alta do ISA no mês. Entre outubro e novembro, a parcela de empresas que avaliam o nível dos estoques como excessivo caiu de 11,3% para 8,7% do total – a menor desde maio de 2013 (8,1%). Já a parcela das que o consideram insuficiente permaneceu relativamente estável, ao passar de 4,1% para 4,0% do total.

A principal contribuição para a alta do IE em novembro veio do indicador de expectativas com a evolução do total de pessoal ocupado nos três meses seguintes. O indicador subiu 6,6 pontos, para 99,3 pontos – o maior desde dezembro de 2013 (99,8).

Houve aumento da proporção de empresas prevendo aumento do quadro de pessoal, de 15,3% para 19,7% do total, e diminuição da proporção das que esperam redução do total de pessoal ocupado, de 15,7% para 12,3% do total.

Após subir 0,4 ponto percentual (p.p.) no mês anterior, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuou 0,1 p.p. entre outubro e novembro, para 74,2%.
No Brasil, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) avançou 1,5 ponto em novembro, para 91,8 pontos, retornando ao nível de maio de 2014.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas sondagens empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

Em novembro, houve melhora das avaliações em relação à situação atual e das expectativas para os meses seguintes. A alta de 1,1 ponto do Índice de Expectativas (IE-E), para 98,5 pontos, leva este indicador ao maior nível desde dezembro de 2013 (100,3 pontos). Já o Índice da Situação Atual (ISA-E) subiu 0,7 ponto, para 86,7 pontos. Após a quinta alta consecutiva, este subíndice acumula ganho de 13,7 pontos no ano e atinge o maior patamar desde dezembro de 2014.

A confiança empresarial avançou em dois dos quatro setores que integram o ICE. A maior contribuição para a alta do ICE em novembro foi dada pela Indústria (1,4 ponto) seguida pelo Setor da Construção (0,1 ponto).

Um destaque de novembro é a evolução do indicador de ímpeto de contratações pelo setor empresarial: pela primeira vez desde novembro de 2014 a parcela de empresas que preveem aumentar o quadro de pessoal nos três meses seguintes (15,2%) supera a das que projetam redução (14,6%). O resultado foi influenciado pelo avanço do ímpeto de contratações na indústria, segmento em que a diferença entre a proporção de previsões de aumento e de redução do total de pessoal ocupado alcançou 6,8 pontos percentuais no mês. Em Serviços e no Comércio a diferença ficou próxima a zero e na Construção continua negativa (-9,5 p.p.).

Em novembro, a confiança aumentou em 49% dos 49 segmentos pesquisados pela FGV IBRE para compor o ICE. Considerando-se médias móveis trimestrais, a proporção de segmentos em alta na margem é de 60% do total.

No Brasil, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista apresentou a sétima alta consecutiva ao marcar variação positiva de 0,3% em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, os resultados para o mês e na comparação anual também oscilaram positivamente, 0,8% e 3%, respectivamente.

Já no acumulado em 12 meses, o INA subiu 1,8%, mostrando o melhor resultado desde fevereiro de 2014 (0,3%). O fator vendas reais foi o principal influenciador do avanço do mês, ao subir 3,2% em outubro. Enquanto que a variável das horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuaram 0,7% e 0,2 p.p, respectivamente. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 30/11, pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e Ciesp.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos farmacêuticos, com alta de 3,6% em outubro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o total de vendas reais avançaram 0,2% e 8%, respectivamente. Já o NUCI recuou 0,3 p.p.

O INA de máquinas, aparelhos e materiais elétricos avançou 1,5% no mês. As horas trabalhadas na produção ficaram estáveis (0,0%). Já o total de vendas reais e o NUCI subiram 4,1% e 0,3 p.p, respectivamente. Por outro lado, o setor de veículos automotores teve variação negativa em outubro (-0,6%). As horas trabalhadas na produção caíram 2,9%, enquanto que o total de vendas reais subiu 2,1% e o NUCI cedeu 0,3 p.p.

A pesquisa Sensor de novembro, também produzida pelo Depecon, segue pelo décimo mês consecutivo acima dos 50 pontos, marcando 52,9 pontos, avanço de 1,0 p.p ante outubro, quando chegou a 51,9 pontos. O resultado para novembro é o melhor desde dezembro de 2013. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas também avançou, saindo de 53,9 pontos para 57,1 pontos, acumulando a melhor pontuação desde maio de 2010. O indicador de estoque subiu 1,6 pontos ante outubro, marcando 49,9 pontos. Pontuação abaixo de 50 pontos indicam que os estoques estão acima do nível desejado. Já a variável que que capta as condições de mercado recuou para 54,1 pontos em novembro, ante os 55,0 pontos de outubro. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

O indicador de emprego também teve variação negativa, ao cair 0,3 p.p, para 51,6 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.


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