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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quarta-feira (31). O destaque fica o Pnad Contínua do IBGE para o Brasil.

ÁSIA

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No Japão, o Índice de Confiança do Consumidor no Japão chegou em 44,7 em janeiro de 2018, o mesmo que no mês anterior e abaixo do consenso de mercado de 45,9. A percepção melhorou para o desemprego (0,7 pontos para 49,7), enfraquecendo-se para: meios de subsistência globais (redução de 0,3 pontos do mês anterior para 42,6), crescimento de renda (queda de 0,1 ponto para 42,9) e disponibilidade para comprar (queda de 0,1 ponto para 43,7 ). A Confiança do Consumidor no Japão foi, em média, de 42,21 Pontos Índice de 1982 até 2018, atingindo a máxima histórica de 50,80 Pontos de Índice em dezembro de 1988 e uma baixa recorde de 27,50 Pontos Indexados em janeiro de 2009. Os números são do Governo do Japão.

No Japão e na China serão apresentados indicadores.

EUROPA

Na Zona do Euro, a taxa de desemprego corrigida de sazonalidade foi de 8,7% em dezembro de 2017, estável em relação a novembro de 2017 e abaixo de 9,7% em dezembro de 2016. O resultado continua sendo o menor registrado EA19 desde janeiro de 2009. A taxa de desemprego da União Europeia (UE28) foi de 7,3% em dezembro de 2017, estável em relação a novembro de 2017 e de 8,2% em dezembro de 2016. Esta continua sendo a menor taxa registrada na UE28 desde outubro 2008. Estes números são publicados pelo Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia.

O Eurostat estima que 17,961 milhões de homens e mulheres na UE28, dos quais 14,137 milhões na EA19, estavam desempregados em dezembro de 2017. Em comparação com novembro de 2017, o número de pessoas desempregadas diminuiu 165 mil na UE28 e 134 mil no ano da Zona do Euro. Em comparação com dezembro de 2016, o desemprego caiu 2,066 milhões na UE28 e 1,536 milhões na EA19.

Entre os Estados-Membros, as taxas de desemprego mais baixas em dezembro de 2017 foram registradas na República Tcheca (2,3%), Malta e Alemanha (ambos 3,6%). As taxas de desemprego mais altas foram observadas na Grécia (20,7% em outubro de 2017) e Espanha (16,4%).

Em comparação com um ano atrás, a taxa de desemprego caiu em todos os Estados-Membros para os quais os dados são comparáveis ao longo do tempo, exceto na Finlândia, onde permaneceu estável. As maiores reduções foram registradas na Grécia (de 23,3% para 20,7% entre outubro de 2016 e outubro de 2017), Croácia (de 12,5% para 10,0%), Portugal (de 10,2% para 7,8%) e Espanha (de 18,5% para 16,4% ).

Em dezembro de 2017, a taxa de desemprego nos Estados-Membros foi de 4,1%, estável em relação a novembro de 2017 e abaixo de 4,7% em dezembro de 2016.

Na Zona do Euro, a inflação anual deve ficar em 1,3% em janeiro de 2018, ante 1,4% em dezembro de 2017, de acordo com uma estimativa rápida do Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia.

Analisando os principais componentes da inflação da Zona do Euro, espera-se que a energia tenha a maior taxa anual em janeiro (2,1%, em comparação com 2,9% em dezembro), seguida de alimentos, álcool e tabaco (1,9%, em comparação com 2,1% em dezembro ), serviços (1,2%, estável em relação a dezembro) e bens industriais não energéticos (0,6%, em comparação com 0,5% em dezembro

Na Alemanha, o volume de negócios provisório de dados no comércio varejista em dezembro de 2017 foi, em termos reais, de 1,9% e em termos nominais, 0,2%, menor que em novembro de 2016. O número de dias abertos para venda foi de 24 em dezembro de 2017 e de 26 em dezembro de 2016. Comparado com o ano anterior, o volume de negócios no comércio varejista ficou em 2,3%, em termos reais, e 4,2%, em termos nominais, para todo o ano de 2017 e com resultados comparados ao ano anterior. Quando ajustado para calendário e variações sazonais, o volume de negócios de dezembro de 2017 ficou em 1,9%, em termos reais, e 1,5%, em termos nominais, inferior ao de novembro de 2017.

Na França, ao longo de um ano, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) deverá aumentar 1,4% em janeiro de 2018 depois da alta de 1,2% no mês anterior, de acordo com a estimativa provisória efetuada no final de janeiro de 2018 pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos da França. Esse aumento em relação ao mesmo período do ano anterior revela que a inflação deve vir de uma aceleração dos preços dos serviços e dos preços da energia e uma ligeira recuperação nos preços dos “produtos manufaturados”, enquanto os alimentos e o tabaco devem diminuir a velocidade. Durante um mês, os preços ao consumidor devem diminuir em 0,1%, depois da alta de 0,3% em dezembro. Os preços da energia devem acelerar-se drasticamente devido ao aumento do petróleo Brent e à tributação.

Na Espanha, de acordo com a estimativa rápida emitida pelo Instituto Nacional de Estatísticas – INE, a inflação anual do IPC em janeiro de 2018 foi de 0,5%. Este indicador fornece uma prévia do IPC que, se confirmado, implicaria uma diminuição de seis décimos na taxa anual, uma vez que em dezembro essa mudança foi de 1,1%. Esse comportamento destaca a diminuição dos preços da eletricidade em relação ao aumento dos preços de 2017. Por sua vez, a variação anual da estimativa instantânea do IHPC em janeiro é de 0,7%. Se confirmado, a taxa anual do IHPC diminuirá cinco décimos em relação ao mês anterior.

Na Itália, o Istat publicou estimativa mensal dos principais indicadores do mercado de trabalho resultantes da “Pesquisa da força de trabalho”. A pesquisa mostra que, em dezembro de 2017, estavam ocupadas 23,067 milhões de pessoas, queda de 0,3% em relação a novembro de 2017. Os desempregados eram 2,791 milhões, queda de 1,7% em relação ao mês anterior.

A taxa de emprego foi de 58,0%, queda de 0,2 pontos percentuais em relação ao mês anterior, a taxa de desemprego foi de 10,8% , queda de 0,1 pontos percentuais em relação a novembro de 2017 e a taxa de inatividade foi de 34,8%, alta de 0,3 pontos percentuais em um mês.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o ano começou bem para a criação de emprego no setor privado, com empresas adicionando 234 mil vagas em janeiro, de acordo com um relatório divulgado nesta quarta-feira pela ADP e Moody’s Analytics.

A criação de emprego concentrou-se principalmente nas indústrias relacionadas ao serviço, que contribuíram com o total de 212 mil, acima das estimativas de 186 mil dos analistas.

No entanto, dentro desse setor, algumas das indústrias melhoraram os ganhos e que ficaram mais sólidos: o comércio, o transporte e os serviços públicos subiram para 51 mil, os serviços de educação e saúde adicionaram 47 mil e os serviços profissionais e de negócios contribuíram com 46 mil. Os serviços de lazer e hospitalidade também cresceram 46 mil.

No lado da produção de bens, a fabricação adicionou mais 12 mil empregos, enquanto a construção viu 9 mil novas contratações apesar do mês tradicionalmente mais lento para a indústria.

A última conta da ADP vem com a taxa de desemprego nacional em 4,1%, embora as pressões salariais permaneçam baixas. O crescimento econômico global foi sólido, com o Federal Reserve de Atlanta projetando a economia crescendo em 4,2% no primeiro trimestre.

Nos Estados Unidos, os custos de compensação para trabalhadores civis aumentaram 0,6%, ajustados sazonalmente, para o período de três meses encerrado em dezembro de 2017, informou hoje o Departamento do Trabalho. Os salários (que representam cerca de 70% dos custos de compensação) aumentaram 0,5%, e os benefícios (que representam os 30% restantes da remuneração) aumentaram 0,5%. Os custos de compensação para trabalhadores civis aumentaram 2,6% no período de 12 meses encerrado em dezembro de 2017. Em dezembro de 2016, os custos de compensação aumentaram 2,2%.

Nos Estados Unidos ainda serão apresentados indicadores.

BRASIL

No Brasil, o Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, avançou 2,4 pontos em janeiro de 2018, para 91,8 pontos. Com o resultado, o índice atinge o maior nível desde julho de 2014 (92,4 pontos).

O avanço do índice de confiança, que impactou 9 das 13 principais atividades pesquisadas, foi influenciado tanto pelos indicadores da situação atual quanto pelos de expectativas. O Índice da Situação Atual (ISA-S) subiu 1,1 ponto em janeiro, para 86,2 pontos, mantendo uma sequência de onze meses consecutivas de alta. A maior contribuição à alta do ISA-S foi dada pelo indicador que mede o grau de satisfação com a situação atual dos negócios, que avançou 2,3 pontos, para 86,7 pontos.

O Índice de Expectativas (IE-S) avançou 3,4 pontos, atingindo 97,4 pontos, o maior nível desde março de 2014 (98,9 pontos). Os dois quesitos que integram este subíndice avançaram, com destaque para o indicador que mensura o otimismo com a situação dos negócios para os próximos seis meses, que subiu 3,9 pontos, para 99,1 pontos, maior nível desde março de 2014 (99,5 pontos).

No Brasil, a taxa de desocupação foi de 11,8% no quarto trimestre de 2017, com queda em 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de julho-setembro (12,4%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2016 (12,0%), houve estabilidade. Já a taxa média anual passou de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017, a maior da série histórica da pesquisa. Os dados são da PNAD Contínua do IBGE e foram apresentados nesta manhã.

A população desocupada (12,3 milhões) caiu 5% (menos 650 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (13 milhões de pessoas). Em relação a igual trimestre de 2016, quando havia 12,3 milhões de pessoas desocupadas, houve estabilidade. De 2014 a 2017, a média anual de desocupados passou de 6,7 milhões para 13,2 milhões.

A população ocupada (92,1 milhões) cresceu 0,9% em relação ao trimestre anterior (mais 811 mil pessoas). Contra o mesmo trimestre de 2016, houve alta de 2,0%. Em relação à média anual de 2012, essa população cresceu 1,3%, mas contra 2014, houve queda de 1,6%.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,3 milhões) ficou estável frente ao trimestre anterior (julho-setembro) e recuou 2% (menos 685 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016. Comparando-se as médias anuais de 2014 para 2017, esse contingente se reduziu em 3,3 milhões.

O número de empregados sem carteira de trabalho assinada (11,1 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e subiu 5,7% (mais 598 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016. Entre as médias anuais de 2014 para 2017, houve um aumento de 330 mil pessoas nesse contingente.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,2 milhões de pessoas) cresceu 1,3% na comparação com o trimestre julho-setembro (mais 288 mil pessoas). Em relação ao mesmo período de 2016, houve alta de 4,8% (mais 1,1 milhão de pessoas). Nas médias anuais, em 2012, o trabalho por conta própria envolvia cerca de 22,8% dos trabalhadores (20,4 milhões) e, em 2017, passou a representar 25,0% (22,7 milhões).

O contingente de empregadores (4,4 milhões de pessoas) cresceu 3,9% em relação ao trimestre anterior e, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, apresentou aumento de 6,4%, ou seja, mais 263 mil pessoas. Já a comparação com a média anual de 2012 apontou alta de 19,3% nessa categoria (mais 687 mil empregadores).

A categoria dos trabalhadores domésticos (6,4 milhões de pessoas) cresceu 3,1% no confronto com o trimestre de julho a setembro de 2017. Frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016, houve alta de 4,3%, ou seja, mais 262 mil pessoas. De 2014 a 2017, cerca de 204 mil pessoas entraram nesta forma de inserção do mercado de trabalho.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.154) no trimestre outubro-novembro-dezembro ficou estável em ambas as comparações. Na comparação entre a média anual de 2012 e a de 2017, houve aumento de 4,4%. A massa de rendimento real habitual (R$ 193,4 bilhões) cresceu 1,9% em relação ao trimestre de julho a setembro. Frente ao mesmo trimestre de 2016, houve alta de 3,6% (mais R$ 6,6 bilhões). Em relação a 2012, houve alta de 6,8% e contra 2014, houve queda (-0,9%).

No trimestre de outubro a dezembro de 2017, havia aproximadamente 12,3 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente apresentou variação de -5%, ou seja, menos 650 mil pessoas, frente ao trimestre de julho a setembro de 2017, ocasião em que a desocupação foi estimada em 13 milhões de pessoas.

O contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 92,1 milhões no trimestre de outubro a dezembro de 2017. Essa estimativa apresentou aumento em relação ao trimestre anterior (julho a setembro de 2017) de 0,9%, ou seja, um adicional de 811 mil pessoas.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 54,5% no trimestre de outubro a dezembro de 2017, apresentando um incremento de 0,4 ponto percentual frente ao trimestre de julho a setembro de 2017, (54,1). O contingente na força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de outubro a dezembro de 2017, foi estimado em 104,4 milhões de pessoas.

O contingente fora da força de trabalho, no trimestre de outubro a dezembro de 2017, foi estimado em 64,6 milhões de pessoas.

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos), estimado em 33,3 milhões de pessoas, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior (julho a setembro de 2017). No confronto com o trimestre de outubro a dezembro de 2016, houve variação de -2% (-685 mil pessoas).

No período de outubro a dezembro de 2017, a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (11,1 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior.

A categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 23,2 milhões de pessoas, registrou crescimento de 1,3% na comparação com o trimestre anterior (julho a setembro de 2017), significando a adição de 288 mil pessoas neste contingente. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador também apresentou elevação de (4,8%), representando um adicional estimado de 1,1 milhão de pessoas.

O contingente de empregadores (4,4 milhões de pessoas) apresentou aumento de 3,9% em relação ao trimestre anterior e, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, apresentou aumento de 6,4%, ou seja, mais 263 mil pessoas.

A categoria dos trabalhadores domésticos (6,4 milhões de pessoas) aumentou 3,1% no confronto com o trimestre de julho a setembro de 2017. Frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016, houve alta de 4,3% (mais 262 mil pessoas).

O grupo dos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,5 milhões de pessoas, apresentou estabilidade em ambas as comparações.

A análise do contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de outubro a dezembro de 2017, em relação ao trimestre de julho a setembro de 2017, mostrou aumento nas categorias: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (2,1%, ou mais 368 mil pessoas); Outros serviços (3,6%, ou mais 163 mil pessoas) e Serviços domésticos (3,3%, ou mais 204 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve aumento nas categorias: Indústria (4,6%, ou mais 527 mil pessoas); Alojamento e alimentação (8,7%, ou mais 420 mil pessoas); Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,2%, ou mais 408 mil pessoas); Outros serviços (8,7%, ou mais 375 mil pessoas) e Serviços domésticos (4,2%, ou mais 260 mil pessoas). Houve redução de 5,1% (menos 459 mil pessoas) em Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.154 no trimestre de outubro a dezembro de 2017, registrando estabilidade frente ao trimestre de julho a setembro de 2017 (R$ 2.134) e também em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.120).

No Brasil, o Índice de Confiança da Construção (ICST) da Fundação Getulio Vargas subiu 1,5 ponto em janeiro de 2018, para 82,6 pontos, o maior nível desde janeiro de 2015 (85,4 pontos) .

A alta do ICST em janeiro deveu-se exclusivamente às perspectivas de curto prazo do empresariado: o Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 3,3 pontos, atingindo 95,9 pontos. Os dois quesitos que compõem o subíndice cresceram, com destaque para o indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, que variou 5,0 pontos na margem, para 98,2 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor subiu 2,2 pontos percentuais (p.p.), atingindo 66,2%. Os indicadores desagregados para Mão de Obra e Máquinas e Equipamentos também subiram: 2,2 p.p. e 1,9 ponto percentual, respectivamente.

No Brasil ainda serão apresentados indicadores.


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