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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quarta-feira (29). O destaque fica para o IGP-M do Brasil.

ÁSIA

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Esta noite a China e o Japão divulgam indicadores.

EUROPA

Na Alemanha, a taxa de inflação, medida pelo índice de preços ao consumidor, deverá ser de 1,8% em novembro de 2017. Com base nos resultados disponíveis até agora, o Escritório de Federal de Estatística (Destatis) também informa que os preços ao consumidor deverão aumentar em 0,3% em outubro de 2017. Em novembro de 2017, o índice harmonizado de preços ao consumidor para a Alemanha, que é calculado para fins europeus, deverá aumentar 1,8% ano a ano. Em comparação com outubro de 2017, espera-se que ele seja de 0,3%. Os resultados finais de novembro de 2017 serão divulgados em 13 de dezembro de 2017.

Na França, em outubro de 2017, as despesas de consumo de bens domésticos em bens caíram 1,9% em volume (depois da alta de 1,0%), particularmente devido a energia e produtos de engenharia. Os volumes são medidos em preços correntes do ano anterior (2010 milhões de euros) e todos os números são de negociação e ajustados sazonalmente.

Em outubro de 2017, o consumo de energia diminuiu (-6,1% após + 3,3% em setembro). Por um lado, as despesas com gás e eletricidade diminuíram, como resultado de temperaturas mais elevadas do que a norma sazonal. Os dados são do Instituto de Estudos e Estatísticas Econômicas.

Na Espanha, de acordo com a estimativa instantânea emitida pelo Instituto Nacional de Estatísticas – INE, a inflação anual do IPC em novembro de 2017 é de 1,6%. Este indicador fornece uma prévia do CPI que, se confirmado, implicaria a manutenção de sua mudança anual, uma vez que em outubro essa mudança foi de 1,6%. Este comportamento destaca o aumento dos preços dos combustíveis (diesel e gasolina / gasolina). Por sua vez, a variação anual da estimativa instantânea do IHPC, em novembro, é de 1,7%. De acordo com a estimativa instantânea do IPC, os preços ao consumidor registram uma variação de 0,4% em novembro, em comparação com outubro.

*ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o produto interno bruto real (PIB) aumentou a uma taxa anual de 3,3% no terceiro trimestre de 2017, de acordo com a segunda estimativa divulgada pelo Departamento de Análises Econômicas. No segundo trimestre, o PIB real aumentou 3,1%.

A estimativa do PIB divulgada hoje é baseada em dados de fontes mais completos do que estavam disponíveis para a estimativa de “anterior” emitida no mês passado. Na estimativa antecipada, o aumento do PIB real foi de 3,0%. Com esta segunda estimativa para o terceiro trimestre, o quadro geral do crescimento econômico permanece o mesmo; investimento fixo não residencial, gastos do governo estadual e local e investimento de estoque privado foram revisados acima da estimativa prévia.

A aceleração do PIB real no terceiro trimestre refletiu uma aceleração no investimento em estoques privados, uma desaceleração nas importações e diminuições menores nos gastos do governo estadual e local e no investimento fixo residencial que foram parcialmente compensados por desacelerações no PCE, no investimento fixo não residencial, e nas exportações.

O PIB no dólar atual aumentou 5,5%, ou US $ 259,0 bilhões, no terceiro trimestre, para um nível de US $ 19,509 trilhões. No segundo trimestre, o PIB em dólar atual aumentou 4,1%, ou US $ 192,3 bilhões.

O índice de preços das compras domésticas brutas aumentou 1,8% no terceiro trimestre, em comparação com um aumento de 0,9% no segundo trimestre. O índice de preços PCE aumentou 1,5%, em comparação com um aumento de 0,3%. Excluindo os preços de alimentos e energia, o índice de preços do PCE aumentou 1,4%, em comparação com um aumento de 0,9%.

*Ainda serão apresentados indicadores

*BRASIL

No Brasil, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,52%, em novembro. Em outubro, o índice variou 0,20%. Em novembro de 2016, a variação foi de -0,03%. A variação acumulada em 2017, até novembro, é de -1,40%. Em 12 meses, o IGP-M registrou taxa de -0,86%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,66%. No mês anterior, a taxa foi de 0,16%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,50%, em novembro. Em outubro, este grupo de produtos mostrou variação de 0,39%. Contribuiu para esta aceleração o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa de variação passou de 1,70% para 9,17%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,27%. Em outubro, a taxa foi de 0,32%.

O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 1,93%. Em outubro, a taxa foi de 0,95%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção,cuja taxa de variação passou de 1,76% para 4,78%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,49%, ante 0,83%, em outubro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou, em novembro, variação de 0,28%, a mesma do mês anterior. A principal contribuição em sentido ascendente partiu do grupo Habitação (0,31% para 0,77%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,92% para 3,93%.

Também foram computados acréscimos nas taxas de variação de outras duas classes de despesa: Transportes (0,15% para 0,62%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,40%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: gasolina (0,27% para 2,32%) e perfume (-0,61% para 0,57%), respectivamente.

Já em sentindo descendente, a principal influência partiu do grupo Alimentação (0,18% para -0,19%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição para este movimento partiu do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 7,12% para 0,36%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, taxa de variação de 0,28%. No mês anterior, este índice variou 0,19%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,61%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,44%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não registrou variação. No mês anterior, este índice variou -0,01%.

No Brasil, o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas subiu 1,8 pontos entre outubro e novembro de 2017, ao passar de 111,0 pontos para 112,8 pontos. A alta pode ser interpretada como um movimento de acomodação após o indicador ter recuado 31,5 pontos ao longo dos cinco meses anteriores.

A alta do IIE-Br em novembro de 2017 foi determinada pelos componentes mídia e mercado. O IIE-Br mídia registrou elevação de 1,8 ponto no mês, contribuindo com 1,5 ponto para o comportamento do índice geral. O IIE-Br mercado avançou 3,1 pontos com contribuição de 0,4 ponto. Já o IIE-Br Expectativa recuou 0,4 ponto, contribuindo com -0,1 ponto para a queda, sendo o único componente com esse comportamento no mês de novembro.

No Brasil, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas recuou 0,1 ponto em novembro após quatro meses consecutivos de alta. Em médias móveis trimestrais, o índice segue em elevação pelo terceiro mês consecutivo.

Em novembro de 2017, houve queda da confiança em 7 das 13 principais atividades pesquisadas. A influência negativa no resultado de novembro veio do Índice da Situação Atual (ISA-S), que recuou 0,8 ponto, enquanto o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 0,7 ponto. Em ambos os casos, os indicadores de médias móveis trimestrais continuam em alta, de 1,6 e 1,7 ponto, respectivamente.

O indicador que mede o grau de satisfação com a situação atual dos negócios exerceu a maior contribuição para a queda do ISA-S em novembro, ao cair 1,2 ponto. Já a alta do IE-S foi determinada, exclusivamente, pelo avanço do indicador de Demanda prevista, que subiu 2,5 pontos, para 90,4 pontos.

O NUCI do setor de serviços recuou 0,6 ponto percentual em novembro, para 82,4%, devolvendo parte do crescimento de 1,5 ponto percentual registrado em outubro.

Um aspecto adicional que confirma a gradual melhora na percepção empresarial é a evolução recente de alguns fatores restritivos à atividade. A pesquisa apresenta às empresas uma relação de fatores potencialmente limitadores da melhora dos negócios. A proporção de empresas reportando o fator “demanda insuficiente” vem recuando nos últimos meses, chegando a 35,3% em novembro, o menor valor desde março de 2015. Já a parcela das que afirmam estar operando “sem impedimentos” vem crescendo discreta mas continuamente chegando a 13,5% do total em novembro, maior percentual desde fevereiro de 2015.

No Brasil, em outubro de 2017, os preços das indústrias extrativas e de transformação subiram 1,79% em relação ao mês anterior, a maior variação positiva nessa comparação desde setembro de 2015 (2,99%). Entre as 24 atividades, 19 apresentaram variações positivas de preços, mesma situação do mês anterior. O acumulado no ano ficou em 2,27%, contra 0,47% de setembro.

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange informações por grandes categorias econômicas: bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis e semiduráveis e não duráveis).

As quatro maiores variações foram observadas entre os produtos das seguintes atividades industriais: indústrias extrativas (9,41%), outros produtos químicos (4,23%), refino de petróleo e produtos de álcool (3,21%) e metalurgia (2,82%).

No Brasil, em 2016, 1,8 milhões de crianças de 5 a 17 anos trabalhavam no Brasil. Mais da metade delas (54,4% ou 998 mil), pelo menos, estavam em situação de trabalho infantil, ou porque tinham de 5 a 13 anos (190 mil pessoas), ou porque, apesar de terem de 14 a 17 anos, não possuíam o registro em carteira (808 mil) exigido pela legislação. É o que mostra o módulo temático da PNAD Contínua sobre Trabalho Infantil, divulgado hoje pelo IBGE.

O trabalho infantil é aquele realizado por crianças com idade inferior à mínima permitida pela legislação em vigor. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 permite o trabalho a partir dos 16 anos, exceto nos casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima é de 18 anos. A Constituição admite, também, o trabalho a partir dos 14 anos, mas somente na condição de aprendiz.

No Brasil, a massa do rendimento mensal real domiciliar per capita foi de R$ 255,1 bilhões. Os 10% com menores rendimentos da população detinham 0,8% dessa massa, enquanto os 10% com maiores rendimentos possuíam 43,4%.

Entre os 205,5 milhões de pessoas residentes no país, 60,5% (124,4 milhões) possuíam algum tipo de rendimento. Desses, 42,4% (87,1 milhões) tinham rendimentos do trabalho e 24,0% (49,3 milhões) recebiam rendimentos de outras fontes.

Já o rendimento médio mensal de todas as fontes, que agrega a renda oriunda de todos os trabalhos e de outras fontes da população, foi de R$ 2.053. O Sudeste apresentou os maiores valores (R$ 2.461), enquanto os menores foram no Norte (R$ 1.468) e no Nordeste (R$ 1.352).

O 1% dos trabalhadores com os maiores rendimentos recebia R$ 27.085, em média, ou 36,3 vezes mais do que a metade com os menores rendimentos de trabalho (R$ 747).

Do rendimento médio mensal domiciliar per capita, 74,8% provêm do trabalho e 25,2% vêm de outras fontes: aposentadoria e pensão (18,7%); outros rendimentos (3,2%); aluguel e arrendamento (2,2%); e pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (1,1%).

No Brasil, o setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, registrou saldo positivo nas contas públicas em outubro, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje, em Brasília.

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 3,298 trilhões em outubro, o que corresponde a 50,7% do PIB, com redução de 0,1 ponto percentual em relação a setembro.

A dívida bruta – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 4,837 trilhões ou 74,4% do PIB, com aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Título alterado às 11h19 para corrigir informação. As Contas públicas registram saldo positivo de R$ 4,758 bilhões em outubro, e não 39,589 bilhões (número de 2016).

O superávit primário, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros, ficou em R$ 4,758 bilhões. Em igual mês de 2016, o resultado positivo foi bem maior: R$ 39,589 bilhões.

Em outubro deste ano, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou superávit primário de R$ 4,967 bilhões. Os governos estaduais apresentaram superávit primário de R$ 484 milhões, e os municipais, déficit de R$ 132 milhões. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram déficit primário de R$ 562 milhões no mês passado.

No resultado acumulado do ano, as contas públicas estão com saldo negativo. De janeiro a outubro, houve déficit primário de R$ 77,352 bilhões, contra R$ 45,912 bilhões em igual período de 2016. Em 12 meses encerrados em outubro, o déficit primário ficou em R$ 187,23 bilhões, o que corresponde a 2,88% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

*Ainda serão apresentados indicadores


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