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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta sexta-feira (14). O destaque ficou para a retração de números dos Estados Unidos.

ÁSIA

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No Japão serão apresentados indicadores essa noite.

EUROPA

Na Zona do Euro, a primeira estimativa das exportações de bens para o resto do mundo em maio 2017 foi € 189,6 bilhões, alta de 12,9% em comparação com maio de 2016, € 167,8 bilhões. As importações vindas do resto do mundo ficaram em € 168,1 bilhões, alta de 16,4% em comparação com maio de 2016,€ 144,4 bilhões. Como resultado, a EA19 registrou € 21,4 bilhões em superávit no comércio de bens com o resto do mundo maio 2017, em comparação com € 23,4 bilhões de maio de 2016. O comércio intra-área do euro subiu para € 162,4 bilhões maio 2017, um aumento de 15,3% em comparação com maio de 2016.

Na EA19 entre janeiro e maio 2017, as exportações de bens para o resto do mundo foi de € 898,5 bilhões, alta de 8,5% em comparação com os mesmos meses de, e as importações a € 815,6 bilhões, alta de 12,3% em comparação com os mesmos meses de. Com o resultado, a Zona do Euro registrou excedente de € 82,9 bilhões, em comparação com € 101,5 bilhões entre janeiro e maio de 2016. O comércio intra-área do euro subiu para € 771,2 bilhões no mesmo período de 2017, alta de 8,7% em comparação com de janeiro a maio de 2016.

Na União Europeia, EU28, a primeira estimativa para as exportações fora do bloco de bens em maio 2017 foi € 165,4 bilhões, alta de 15,9% em comparação com maio de 2016, € 142,7 bilhões.

As importações vindas do resto do mundo ficaram em € 161,4 bilhões, alta de 17,2% em relação com maio de 2016, € 137,7 bilhões. Com o resultado, o EU28 registrou um excedente € 4,0 bilhões no comércio de bens com o resto do mundo maio 2017, em comparação com € 5,0 bilhões de maio de 2016. A intra EU28 aumentou para € 288,1 bilhões em maio 2017, alta de 12,7% em comparação com maio de 2016.

Entre janeiro e maio de 2017, as exportações extra-EU28 situou-se em € 772,9 bilhões, alta de 10,6% em comparação com janeiro de maio de 2016. A importação ficou em € 776,6 bilhões, alta de 12,0% em comparação com janeiro de maio de 2016. Com o resultado, o EU28 registrou um déficit de € 3,7 bilhões, em comparação com um excedente de € 5,7 bilhões em janeiro de maio de 2016. O comércio intra-EU28 subiu para € 1 387,9 bilhões entre janeiro e maio de 2017, alta de 7,6% em comparação com janeiro e maio de 2016.

Na Itália, de acordo com o Istat os dados do comércio exterior, bem como o valor unitário e índices de volume referentes a maio de 2017, ajustado na comparação com abril, mostrou alta de 1,2% para os fluxos de saída e de 3,2 % para os fluxos de entrada. As exportações subiram para os países fora da União Europeia em 2,2% e para dentro, alta de 0,4%. As importações internas aumentaram para as duas áreas em 4,3%. Já para os países não pertencentes a EU28, alta de 2,4% nos últimos três meses. Os dados ajustados sazonalmente, em comparação com os três meses anteriores, apresentaram um crescimento de 2,0% para exportação e de 1,5% para a importação.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o índice de Preços ao Consumidor para todos os consumidores urbanos (CPI-U) ficou inalterado em junho, em uma base ajustada sazonalmente, informou hoje o Departamento de Estatísticas dos Estados Unidos. Ao longo dos últimos 12 meses, o índice de todos os itens subiu 1,6%. O índice de energia declinou novamente em junho, queda de 1,6%, e compensando um aumento no índice para todos os itens menos alimentos e energia. Todos os principais índices de componentes de energia diminuíram, com o índice de gasolina caindo 2,8% e o índice comida ficou inalterado em junho.

O IPC para veículos novos caiu de 0,3%; tarifas aéreas diminuíram 2,7%, custos de abrigos subiram 0,2%, com um aumento de 0,3% em proprietários equivalente aluguel, uma das categorias projetadas para monitorar os preços de aluguel; preço do alojamento longe de casa caiu 1,9%. As despesas com cuidados médicos subiram 0,4%.

O CPI é o mais amplo de três indicadores de preços informou o Departamento do Trabalho, já que incluem todos os bens e serviços. Cerca de 60% índice cobre os preços que os consumidores pagam por serviços e que vão desde visitas médicas, tarifas aéreas, ingressos de cinema e rendas.

Nos Estados Unidos, as vendas no varejo caíram inesperadamente pelo segundo mês em junho, indicando que os consumidores estão gastando menos e pesando na economia, conforme os dados do Departamento de Comércio mostrou nesta sexta-feira.

As compras caíram 0,2% (a previsão foi de 0,1% de lucro), depois da queda de 0,1% no mês anterior. As vendas, menos concessionárias de automóveis e postos de gasolina, caíram 0,1%. As vendas do grupo de controle de varejo, que são usadas para calcular o PIB e excluir as categorias de serviços de alimentação, concessionários de automóveis, lojas de materiais de construção e estações de gasolina, diminuíram 0,1%. As vendas caíram em seis das 13 maiores categorias de varejo em junho.

Os números sugerem que as famílias permanecem cautelosas sobre os gastos e podem dar um impulso menor para a economia do segundo trimestre, depois de um fraco início do ano. Os recibos enfraqueceram nos grandes armazéns, estabelecimentos e restaurantes de artigos esportivos.

As vendas dentro do chamado grupo de controle de varejo enfraqueceram por três meses consecutivos, e o declínio em junho indica um acerto fraco para o primeiro semestre do ano.

As compras em concessionárias de automóveis subiram 0,1%, uma desaceleração depois de um aumento de 0,9% em maio. Os dados da indústria mostraram que as vendas de carros e caminhões leves diminuíram em junho para um ritmo de 16,4 milhões, o mais lento em mais de dois anos, de uma taxa de 16,6 milhões no mês anterior. As vendas nas lojas de departamento caíram 0,7%, depois de um declínio de 0,8%. As compras caíram 0,6% nos restaurantes, 0,4% nas lojas de alimentos e bebidas e 0,6% nos comerciantes de bens esportivos e hobby.

Nos Estados Unidos, a produção industrial do país se fortaleceu por cinco meses consecutivos, em meio a uma forte demanda doméstica e maior crescimento no exterior. Essa é a maior extensão de melhoria desde 2014.

O relatório mostrou que a indústria registrou um ganho modesto, em linha com uma melhoria gradual que foi abrandada pela fraca produção de veículos motorizados, equipamentos de negócios e materiais de construção.

A produção de serviços públicos permaneceu inalterada depois de aumentar 0,8% no mês anterior. A produção de veículos a motor se recuperou 0,7%, excluindo automóveis e peças, a produção industrial cresceu 0,1%. A produção no setor mineral ganhou 1,6%, o terceiro mês consecutivo de aumentos. A perfuração de petróleo e gás saltou 6,8%. A produção de bens de consumo permaneceu inalterada e a produção de equipamentos de negócios subiu 0,1%. A produção de máquinas cresceu 0,6%.

Nos Estados Unidos, as expectativas mais fracas sobre finanças pessoais ajudaram a puxar o otimismo do consumidor este mês para o nível mais baixo desde outubro, conforme revelou o relatório da Universidade de Michigan, em dados levantamento preliminares.

O destaque do Sentimento na preliminar para julho mostra que o índice de confiança caiu para 93,1 (previsão era de 95) a partir de 95,1 em junho. As expectativas caíram para 80,2, também a mais fraca desde outubro, de 83,9 no mês anterior. A medida de condições atuais, que mede a percepção de suas finanças pessoais dos americanos, aumentou para 113,2, combinando o mais elevado desde julho de 2005, de 112,5 em no mês anterior.

Enquanto 51% dos entrevistados, a maior participação em quase 17 anos, relataram que suas finanças melhoraram em julho, um indicador das expectativas sobre seu bem-estar financeiro caiu 10 pontos para 122. Esse foi o mais fraco desde agosto do ano passado.

A participação que esperava que as finanças melhorassem caiu para 33% em relação a uma década alta de 42% em junho.

O declínio no indicador principal do sentimento mostra que a confiança é a mais baixa desde que o presidente Donald Trump foi eleito. A diminuição das expectativas foi concentrada entre os republicanos, ressaltando as frustrações que os eleitores têm com os decisores políticos em Washington e o caminho da política fiscal e de saúde.

Os estoques empresariais norte-americanas se recuperaram em maio, porém, as vendas registraram sua maior queda em 10 meses, mostrou o Departamento de Comércio nesta sexta-feira. Os estoques empresariais aumentaram 0,3%, depois de uma queda de 0,2% do dado revisado de abril. As vendas caíram 0,2%, a maior queda desde julho 2016, depois de inalterada em abril. Os estoques são componente-chave do produto interno bruto. Ao ritmo de vendas de maio, levaria 1,38 meses para que as empresas limpassem as prateleiras, acima dos 1,37 meses em abril.

BRASIL

No Brasil, a atividade econômica registrou queda em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou queda de 0,51%, comparado a abril, de acordo com dados divulgados hoje.

Na comparação entre maio deste ano e o mesmo mês de 2016, houve crescimento de 1,40%, de acordo com os dados sem ajustes já que são períodos iguais na comparação. O índice dessazonalizado ficou em alta de 0,04%.

Em 12 meses encerrados em maio, a retração ficou em 2,23% e no ano, em 0,05%, e dessazonalizado, queda de 2,22%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB) , calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


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