Clicky

Tesouro Direto Taxa Zero 728×90

Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quinta-feira (13).  O destaque fica para o resultado do setor de Serviços do Brasil.

ÁSIA

MetaTrader 300×250

Na China, tanto as exportações como as importações surpreenderam positivamente em junho. Na comparação anual, as exportações chinesas medidas em dólares avançaram 11,3% no mês e as importações saltaram 17,2%, batendo as estimativas dos analistas.

EUROPA

Na Alemanha, os preços ao consumidor subiram 1,6% em comparação com junho 2017 de junho de 2016. Isto significa que a taxa de inflação, conforme medido pelo índice de preço ao consumidor, subiu ligeiramente  depois de uma queda de 1,5% em maio de 2017 (abril 2017: + 2,0%). O índice de preço ao consumidor subiu 0,2% em junho de 2017, conforme mostrou hoje o Instituto Federal de Estatística (Destatis) e confirmam as preliminares de 29 de junho.

O total dos preços dos bens aumentou 1,5% de junho 2016 a junho de 2017. O total dos preços dos serviços aumentou 1,7% em junho de 2017, um ano antes, ou seja, o aumento de preços foi ligeiramente maior do que para os bens.

Na França, em junho de 2017, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou estável pelo segundo mês consecutivo, depois de uma queda de 0,2% em maio. Ano após ano, os preços aos consumidores ficaram em 0,7%, depois da alta de 0,8%.  O aumento sazonal dos preços dos serviços, em junho de 2017, foi de 0,3%, depois de ter se mantido estável no mês anterior.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, na semana encerrada em 08 de julho, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, ajustados, estavam em 247 mil, queda de 3 mil do nível revisado da semana anterior. Ante a semana anterior, o número foi revisado em 2 mil de 248 mil para 250 mil. A média móvel de quatro semanas foi de 245.750, aumento de 2.250 em relação à média revisada da semana anterior. A média da semana anterior foi revisada por 500 a partir de 243.000 para 243.500.  A taxa de desemprego, com ajuste sazonal, foi de 1,4% para a semana que terminou em 1 de julho, inalterada face a taxa revisada da semana anterior.

Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Produtor para a demanda final subiu 0,1% em junho, abaixo da estimativa de 02%, com ajuste sazonal. Os dados são do Departamento de Estatísticas do Trabalho e apresentados hoje. Os preços finais demanda permaneceram inalterados em maio e subiram 0,5% em abril. Em uma base não ajustada, o índice de demanda final avançou 2,0% para os 12 meses encerrados em junho.

Em junho, quase 80% do aumento no índice de demanda final é atribuído aos preços para os serviços, que subiram 0,2%. O índice de bens de demanda final subiu 0,1%.

Os preços para a demanda final menos alimentos, energia e serviços comerciais aumentaram 0,2% em junho. Para os 12 meses encerrados em junho, o índice de demanda final menos alimentos, energia e serviços de comércio avançou 2,0%.

BRASIL

No Brasil, o setor de serviços fechou os primeiros cinco meses do ano (janeiro-maio) com queda acumulada de 4,4%, frente aos cinco primeiros meses do ano passado, apesar de ter fechado o mês de maio com expansão de 0,1%, ficando praticamente estagnado em relação a abril na série livre de influências sazonais. O resultado acumulado dos últimos 12 meses representa queda maior de 4,7%.

Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE e constam da Pesquisa Mensal de Serviços. Os dados indicam que na comparação com maio do ano passado o setor de serviços registra queda de 1,9%.

A estabilidade em 0,1% de abril para maio deste ano, segundo o IBGE, acontece após o crescimento de 1%, em abril frente a março, portanto também na série dessazonalizada, e recuo de 2,6%, em março frente fevereiro.

Ainda na comparação com o mês de abril, a receita nominal do setor fechou maio com variação positiva de 0,3%. Na taxa acumulada nos cinco primeiros meses do ano, a receita nominal dos serviços avançou 1,3%, caindo para 0,4% no acumulado dos últimos 12 meses, frente aos 12 meses imediatamente anteriores. Na comparação com o mês de maio do ano passado houve avanço na receita nominal de 3,9%.

Os números relativos ao comportamento do setor de Serviços quando analisados por região têm como principais destaques, na série com ajuste sazonal, o  estado do Amazonas, aonde o setor chegou a crescer de abril para maio 6,2%;  Rio Grande do Sul (4,1%) ;  Mato Grosso (3,2%) , as três regiões com as maiores variações positivas.

As maiores variações negativas foram observadas em Roraima, aonde a queda em maio, em relação a abril, chegou a 5,3%; em Rondônia (4,8%) ; e  no Distrito Federal (4,6%).

Quanto aos resultados analisados sem os ajustes sazonais, na comparação com igual mês do ano anterior, por exemplo, o principal destaque é para o estado de Mato Grosso, com crescimento de 8,6%; seguido do Paraná, com 6,9%; e do Rio Grande do Norte, com 2,7%.

As maiores variações negativas foram registradas em Rondônia, com 20,4%;  no Amapá, 18,5%; e em Roraima, com 16,9%.

Ao avaliar as Atividades Turísticas por Unidades da Federação, ainda na série livre de influências sazonais, os destaques do ponto de vista das variações positivas foram Pernambuco, com crescimento de 0,8%; Espírito Santo (0,5 %); e Ceará (0,3 %).

As  variações negativas foram registradas no Rio de Janeiro (5,4 %) , Paraná (3,7 %) , Distrito Federal (2,7 %), em  Minas Gerias (2,1 %) , Santa Catarina (2,0 %), na Bahia (1,5 %), em São Paulo, no Rio Grande do Sul e em Goiás (todos com 0,5 %).


Assuntos desta notícia