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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta terça-feira (12). O destaque fica para Venda no Varejo do Brasil apresentada hoje pelo IBGE.

ÁSIA

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Na Austrália, uma medida do sentimento do consumidor aumentou marginalmente em junho, depois de duas quedas mensais seguidas, à medida que os consumidores se sentiam mais confiantes sobre suas finanças familiares atuais e futuras. Uma pesquisa do Instituto de Melbourne e Westpac Bank com 1.200 pessoas publicada na quarta-feira mostrou que seu índice de confiança do consumidor subiu 0,3% em junho, em relação a maio, quando caiu 0,6%. O índice subiu 6,1% em junho do ano passado, para 102,2, o que significa que os otimistas superaram os pessimistas.

Na China, esta noite, será apresentada a Produção Industrial.

EUROPA

No Reino Unido, o Índice de Preços ao Consumidor, incluindo os custos de habitação dos ocupantes proprietários (CPIH), foi de 2,3% em maio de 2018, em comparação a 2,2% em abril de 2018. O aumento do preço motor produziu a maior contribuição positiva para a variação da taxa entre abril e maio de 2018. Também houve grandes efeitos ascendentes das tarifas aéreas e marítimas, que subiram entre abril e maio deste ano, mas caíram entre os mesmos dois meses do ano passado, influenciados pelo calendário da Páscoa. Os dados são do Governo Britânico

No Reino Unido, a taxa de inflação de produtos que saem da porta da fábrica (preços de saída) foi de 2,9% no ano até maio de 2018, ante 2,5% em abril de 2018. Os preços de materiais e combustíveis (preços de insumos) subiram 9,2% no ano até maio 2018, acima de 5,6% em abril de 2018. Todas as indústrias forneceram contribuições de alta para a inflação anual da produção; a maior contribuição foi feita por produtos petrolíferos. Inserção anual de inflação aumentou para sua maior taxa desde junho de 2017; petróleo bruto continuou a fornecer a maior contribuição para cima. Os dados são do Governo Britânico.

No Reino Unido, o número de pessoas empregadas aumentou 0,4% tanto na Zona do Euro (EA19) como na UE28 no primeiro trimestre de 2018 em comparação com o trimestre anterior, de acordo com estimativas das contas nacionais publicadas pelo Eurostat, o serviço estatístico da União Europeia. No quarto trimestre de 2017, o emprego aumentou 0,3% na Zona do Euro e 0,2% na UE28. Esses números são ajustados sazonalmente, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o emprego aumentou 1,4% tanto na Zona do Euro como na UE28 no primeiro trimestre de 2018 (depois da alta de 1,6% e alta 1,5%, respectivamente, no quarto trimestre de 2017).

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Produtor para a demanda final subiu 0,5% em maio, com ajuste sazonal, informou hoje o Departamento de Estatísticas do Trabalho. Os preços finais de demanda avançaram 0,1% em abril e 0,3% em março. Em uma base não ajustada, o índice de demanda final subiu 3,1% nos 12 meses encerrados em maio, o maior aumento de 12 meses desde que subiu 3,1% em janeiro de 2012. Em maio, 60% do aumento o índice para demanda final é atribuível a um avanço de 1,0% nos preços para bens de demanda final. O índice para serviços de demanda final subiu 0,3%. Os preços para a demanda final menos alimentos, energia e serviços comerciais subiram 0,1% em maio, o mesmo que em abril. Nos 12 meses encerrados em maio, o índice de demanda final menos alimentos, energia e serviços de comércio subiu 2,6%.

Nos Estados Unidos, as entradas de petróleo bruto nas refinarias alcançaram uma média de 17,5 milhões de barris por dia durante a semana fechada em 08 de junho de 2018, ou seja, 136 mil barris por dia acima da média da semana anterior. Os dados são da Agência de Energia norte-americana.

Os estoques de petróleo bruto comercial dos Estados Unidos, excluindo os da Reserva Estratégica, diminuiu 4,1 milhões de barris em relação à semana anterior, acima da estimativa de 1,4 milhões de barris. Em 432,4 milhões de barris, os estoques de petróleo bruto estão na metade inferior da faixa média para esta época do ano. Já o total de estoques de petróleo comercial diminuiu em 1,8 milhão de barris na semana passada. A produção de gasolina aumentou no período, com uma média de 10,5 milhões de barris por dia. A produção de combustível destilado diminuiu, com uma média de mais de 5,1 milhões de barris por dia. As refinarias operaram com 95,7% de sua capacidade na semana passada.

Nos Estados Unidos, o Fedra Reserve vai apresentar as taxas de juros no meio desta tarde.

BRASIL

Em abril de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional variou 1,0% frente a março, na série com ajuste sazonal, após avançar 1,1% de março para fevereiro. Com isso, a média móvel trimestral ficou em 0,7% e manteve o ritmo do trimestre anterior, encerrado em março (0,7%). Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 0,6% em relação a abril de 2017. Foi a décima terceira taxa positiva seguida, embora a menos acentuada. Vale citar o efeito do deslocamento da Páscoa, que exerceu influência negativa nas vendas de abril de 2018. Com isso, o varejo acumulou alta de 3,4% no ano. O acumulado nos últimos doze meses cresceu 3,7%, praticamente mantendo o ritmo de março (3,8%).

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas variou 1,3% em relação a março e a média móvel trimestral ficou em 1,1% no trimestre encerrado em abril. Frente a abril de 2017, houve alta de 8,6%, décima segunda taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 7,4% no ano. O acumulado nos últimos doze meses (7,0%) mantém trajetória ascendente iniciada em julho de 2016 (-10,4%) foi o maior desde maio de 2013 (7,6%).

Em relação a abril de 2017, o volume do comércio varejista subiu 0,6%, décimo terceiro resultado positivo seguido, alcançando três das oito atividades.

Combustíveis e lubrificantes (-1,3% frente a abril de 2017) teve a quadragésima taxa negativa consecutiva, porém a menor desde outubro de 2017 (-0,9%). A elevação dos preços de combustíveis acima da variação média de preços é fator relevante que ainda vem influenciando negativamente o desempenho do setor. Assim, o segmento mostrou queda de 4,1% nos primeiros quatro meses do ano, com o acumulado nos últimos doze meses apresentando queda (-2,9%), mas em trajetória ascendente desde fevereiro de 2017 (-8,9%).

Resultados regionais: avanço em 14 estados em abril

Na passagem de março para abril de 2018, as vendas no comércio varejista avançam em 14 das 27 Unidades da Federação, com destaque, em termos de magnitude de taxa, para São Paulo (3,6%), Rondônia (2,8%) e Espírito Santo (1,8%), enquanto Pernambuco, Alagoas e Ceará registraram estabilidade (0,0%). O recuo mais intenso foi no Amazonas (-8,5%). As vendas do comércio varejista ampliado aumentam em 19 das 27 atividades, com destaque para Espírito Santo (4,0%), Sergipe (3,7%) e Paraíba (3,6%). O maior recuo se deu no Acre (-4,8%).

Frente a abril de 2017, o comércio varejista registrou crescimento nas vendas em 16 das 27 Unidades da Federação.

Considerando o comércio varejista ampliado, na comparação com abril de 2017, as 27 Unidades da Federação apresentaram variações positivas no volume de vendas em abril de 2018.


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