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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta sexta-feira (08). O destaque fica para o IPCA do Brasil apresentado hoje pelo IBGE.

ÁSIA

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A balança comercial da China para maio, em termos Yuan, ficou em 156,51 bilhões de iuanes, contra 148,31 bilhões de iuanes (CNY) e 182,8 bilhões de iuanes (CNY). As exportações ficaram em alta de 3,2% a.a ante 1,7% esperadas e alta de 3,7% últimas, enquanto as importações ficaram alta de 15,6% a.a em relação ao ano anterior, era esperada uma alta de 8,6% e + 11,6% em último. Os dados são do Ministério da Terra da China.

No Japão, a economia contraiu-se a uma taxa anualizada de 0,6% entre janeiro-março, inalterada em relação a uma estimativa preliminar divulgada no mês passado, segundo dados do produto interno bruto do Gabinete divulgados na sexta-feira. Em uma base trimestral, o PIB caiu 0,2% em termos reais, ajustados aos preços, também inalterado em relação à leitura inicial. A estimativa mediana entre os economistas foi de um declínio de 0,1%.

No Japão, uma medida da avaliação das pessoas sobre a economia japonesa diminuiu inesperadamente em maio para o nível mais fraco em mais de um ano e meio, mostraram dados da pesquisa do Gabinete. O índice atual da pesquisa da Economy Watchers caiu para 47,1 em maio, ante 49,0 em abril. Além disso, esta foi a leitura mais baixa desde setembro de 2016, quando marcou 46,3. Qualquer leitura acima de 50 indica otimismo e uma pontuação abaixo de 50 sugere pessimismo. O índice de perspectivas enfraqueceu para 49,2 em maio, de 50,1 no mês anterior. Enquanto isso, a previsão era de subir para 50,3.

EUROPA

Na Alemanha, em abril de 2018, a produção industrial registrou queda de 1,0% em relação ao mês anterior em relação a um preço, sazonalmente e com base no calendário, de acordo com dados provisórios do Departamento Federal de Estatísticas (Destatis).

Em março de 2018, o valor corrigido mostra um aumento de 1,7% (primário + 1,0%) a partir de fevereiro de 2018. Em abril de 2018, a produção na indústria excluindo energia e construção caiu 1,7%. Dentro da indústria, a produção de bens de capital diminuiu 1,3% e a produção de bens de consumo 2,1%. A produção de bens intermediários apresentou queda de 2,0%.

Na Alemanha, a exportação ficou em € 110,3 bilhões e importou mercadorias no valor de €89,9 bilhões em abril de 2018. Com base em dados provisórios, o Serviço Estatístico Federal (Destatis) também informa que as exportações alemãs aumentaram 9,3% e as importações 8,2% em abril de 2018 ano a ano. Depois, no calendário e o ajuste sazonal, as exportações caíram 0,3%, enquanto as importações aumentaram 2,2% em relação a março de 2018.

A balança comercial apresentou superávit de €20,4 bilhões em abril de 2018. Em abril de 2017, o superávit foi de €17,8 bilhões. Em termos de calendário e dados dessazonalizados, a balança comercial registrou superávit de €19,4 bilhões em abril de 2018.

Na Alemanha, de acordo com os resultados provisórios do Deutsche Bundesbank, a balança corrente da balança de pagamentos apresentou um superávit de €22,7 bilhões em abril de 2018, que leva em conta os saldos do comércio de bens, incluindo itens complementares (alta de €22,5 bilhões), serviços (queda de €0,7 bilhões ), renda primária (alta de €3,5 bilhões ) e renda secundária (queda de €2,7 bilhões). Em abril de 2017, a conta corrente alemã apresentou um superávit de €16,7 bilhões.

Em abril de 2018, a Alemanha exportou mercadorias no valor de €66,2 bilhões para os Estados-Membros da União Europeia (UE), enquanto importou bens no valor de €51,8 bilhões desses países. Em comparação com abril de 2017, as exportações para os países da UE aumentaram 9,0% e as importações desses países 8,9%. Os bens no valor de €41,9 bilhões (+ 9,6%) foram despachados para os países da área do euro em abril de 2018, enquanto o valor dos bens recebidos desses países foi de €33,6 bilhões (+ 9,3%). Em abril de 2018, bens no valor de €24,3 bilhões (+ 7,8%) foram exportados para países da UE não pertencentes à área do euro, enquanto o valor dos bens importados desses países foi de €18,2 bilhões (+ 8,1%).

As exportações de bens para países fora da União Europeia (países terceiros) atingiram €44,1 bilhões em abril de 2018, enquanto as importações desses países totalizaram €38,0 bilhões. Em comparação com abril de 2017, as exportações para países terceiros aumentaram 9,9% e as importações desses países 7,3%.

Na França, conforme mostrou o Instituto Nacional de Estudos Econômicos, INSEE, em abril de 2018, a produção voltou a crescer na indústria de transformação (+ 0,4%, após + 0,3% em março), enquanto diminuiu novamente em toda a indústria (-0,5% após -0,4%). Nos últimos três meses, a produção industrial caiu drasticamente (-1,1). Diminuiu também a indústria geral (-0,5%). A produção diminuiu acentuadamente na fabricação de equipamentos de transporte (-3,8%) e mais moderadamente em outras manufaturas (-0,9%). Caiu na fabricação de coque e produtos refinados de petróleo (-6,4%) e diminuiu na fabricação de bens de máquinas e equipamentos (-0,5%). Por outro lado, cresceu acentuadamente na indústria extrativa, energia, abastecimento de água (+ 2,3%) e na fabricação de alimentos e bebidas (+ 1,2%).

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, em abril, as vendas de atacadistas comerciais, exceto filiais e escritórios de vendas dos fabricantes, após o ajuste para as variações sazonais e as diferenças dos dias úteis, mas não para as variações de preço, foi de US $ 493,3 bilhões, um aumento de 0,8% (± 0,4%) do nível revisado de março e subiram 7,8% (± 3,3%) em relação ao nível de abril de 2017.

Os estoques totais de atacadistas comerciais, exceto filiais e escritórios de vendas dos fabricantes, após ajuste para variações sazonais, mas não para variações de preço, foram de US $ 630,2 bilhões no final de abril, com alta de 0,1% do nível revisado de março. O total de estoques subiu 5,8% (± 3,9%) em relação ao nível de abril de 2017. A variação de março de 2018 até abril de 2018 foi revisada a partir da estimativa antecipada de praticamente inalterado (± 0,2%) até 0,1% (± 0,2%). Os dados são do Departamento do Comércio dos Estados Unidos.

BRASIL

No Brasil, o IBGE mostrou que, com o aumento de 0,8% na produção industrial nacional de março para abril de 2018, dez dos 15 locais pesquisados tiveram taxas positivas no período, na série com ajuste sazonal. Os maiores avanços aconteceram na Bahia (7,0%), Rio de Janeiro (6,0%), Região Nordeste (5,6%) e Minas Gerais (4,4%). Outros locais em alta no mês foram Paraná (3,3%), Rio Grande do Sul (2,2%), Pernambuco (2,1%), Santa Catarina (1,9%) e Espírito Santo (1,4%).

Os recuos mais intensos em abril foram no Pará (-8,1%) e no Amazonas (-4,1%), com ambos eliminando os avanços verificados em março. As demais taxas negativas foram em Goiás (-1,5%), Ceará (-1,3%) e Mato Grosso (-0,1%).

No acumulado no ano, frente a igual período do ano anterior, a expansão da produção nacional alcançou 13 dos 15 locais pesquisados, com destaque para o avanço de dois dígitos do Amazonas (21,5%). São Paulo (7,7%), Santa Catarina (7,1%) e Pará (6,8%) também tiveram crescimento acima da média (4,5%), enquanto Ceará (4,1%), Rio de Janeiro (4,1%), Mato Grosso (3,9%), Pernambuco (3,5%), Rio Grande do Sul (3,4%), Bahia (2,3%), Paraná (2,2%), Goiás (1,0%) e Região Nordeste (0,7%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos no ano. Já Espírito Santo (-5,0%) e Minas Gerais (-0,8%) tiveram queda na produção industrial nessa comparação.

O acumulado dos últimos 12 meses na indústria nacional (3,9%) foi o índice positivo mais alto desde maio de 2011 (4,5%) e manteve a trajetória ascendente iniciada em junho de 2016 (-9,7%). Regionalmente, 13 dos 15 locais pesquisados tiveram altas em abril de 2018 e 13 apontaram maior dinamismo frente aos índices de março.

No Brasil , o IPC-S de 07 de junho de 2018 apresentou variação de 0,70%, 0,29 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Os dados são da FGV/IBRE.

Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (0,24% para 0,83%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 9,13% para 12,83%.

No Brasil, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) variou 0,55% em maio, a maior taxa de 2018, ficando 0,29 ponto percentual (p.p.) acima dos 0,26% registrados em abril. Os números são da FGV/Ibre.

O acumulado no ano foi de 1,53%. Já o acumulado dos últimos 12 meses foi de 3,87%, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (3,61%).

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em abril havia sido de R$ 1.077,16, subiu para R$ 1.083,13 em maio, sendo R$ 555,64 relativos aos materiais e R$ 527,49 à mão de obra.

A parcela dos materiais variou 0,27%, uma alta de 0,13 p.p. em relação a abril (0,14%), e queda de 0,07 p.p. na comparação com maio de 2017 (0,34%).

A parcela da mão de obra variou 0,86%, com alta de 0,49 p.p. frente ao mês anterior (0,37%). Na comparação com maio de 2017 (0,26%), o aumento foi mais significativo: 0,60 p.p..

De janeiro a maio, os acumulados foram de 1,95% (materiais) e de 1,11% (mão de obra).

Os acumulados em 12 meses ficaram em 3,63% (materiais) e em 4,16% (mão de obra).

Em maio, todas as grandes regiões apresentaram índices positivos, com destaque para o Sudeste (0,86%). Nas demais, as taxas foram de 0,51% no Nordeste, 0,28% no Norte, 0,21% no Sul e 0,13% no Centro-Oeste.

Os custos regionais, por metro quadrado, foram de R$ 1.072,16 no Norte, R$ 1.008,88 no Nordeste, R$ 1.133,68 no Sudeste, R$ 1.117,34 no Sul e R$ 1.091,76 no Centro-Oeste.

Sob impacto do reajuste previsto em convenção coletiva, São Paulo foi o estado com a maior variação mensal (1,45%).


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