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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta segunda-feira (16). O destaque fica para o IBC-BR do Banco Central do Brasil.

ÁSIA

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Nesta noite a China apresentará indicadores, como o PIB do trimestre, Vendas no Varejo, Inflação, Produção Industrial, entre outros.

EUROPA

O índice Econômico – Conference Leading Economic – (LEI) para o Reino Unido diminuiu 0,4% em fevereiro de 2018 para 97,8 (2016 = 100). O índice Coincidente (CEI) aumentou 0,2% em fevereiro de 2018 para 102,0 (2016 = 100). Os índices econômicos compostos são os elementos-chave em um sistema analítico projetado para sinalizar altos e baixos no ciclo de negócios. Os índices econômicos principais e coincidentes são essencialmente médias compostas de vários indicadores condutores ou coincidentes individuais

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, as estimativas antecipadas de vendas de varejo e alimentos para março de 2018, ajustadas pela variação sazonal e diferenças de feriados e dias úteis, mas não por variações de preço, foi de US $ 494,6 bilhões, um aumento de 0,6% (± 0,5%) em relação ao mês anterior e 4,5% (± 0,5%) acima de março de 2017. As vendas totais do período de janeiro de 2018 até março de 2018 aumentaram 4,1% (± 0,5%) em relação ao mesmo período do ano anterior. A variação percentual de janeiro de 2018 até fevereiro de 2018 não foi revisada, caindo 0,1% (± 0,2%) *. As vendas do comércio varejista cresceram 0,6% (± 0,5%) em relação a fevereiro de 2018 e 4,7% (± 0,5%). Os dados são do Census e foram apresentados hoje.

Nos Estados Unidos, A atividade empresarial cresceu a um ritmo sólido no Estado de Nova York, de acordo com as empresas que responderam à pesquisa Empire State Manufacturing, de abril de 2018. O índice geral das condições gerais de negócios, em 15,8, permaneceu firmemente em território positivo, embora seu declínio de sete pontos em relação ao nível de março tenha apontado para um ritmo de crescimento um pouco mais lento. Da mesma forma, o índice de novos pedidos e o índice de embarques sugeriram crescimento contínuo, embora mais mensurado, com o primeiro índice caindo oito pontos, para 9,0, e o segundo, caindo dez pontos, para 17,5.

Os prazos de entrega continuaram a aumentar e os estoques subiram. Os indicadores do mercado de trabalho apontaram para um pequeno aumento no emprego e semanas de trabalho significativamente mais longas. Os índices para os preços pagos e os preços recebidos permaneceram elevados. O otimismo das empresas em relação à perspectiva de seis meses diminuiu drasticamente, com o índice para as condições futuras de negócios caindo 26 pontos para seu nível mais baixo em mais de dois anos.

Nos Estados Unidos, o valor combinado das vendas do comércio distribuído e dos embarques dos fabricantes em fevereiro, ajustado pelas diferenças sazonais e dos dias úteis, mas não por variações de preço, foi estimado em US $ 1.430,4 bilhões, alta de 0,4% (± 0,2%) em relação a janeiro de 2018 e alta de 5,8% (± 0,3%) de fevereiro de 2017. Os estoques de manufaturados e comerciais, ajustados pelas variações sazonais, mas não por variações de preço, foram estimados em US $ 1.928,8 bilhões no final do mês, alta de 0,6% (± 0,1%) em relação a janeiro de 2018. e subiram 4,0 por cento (± 0,3%) a partir de fevereiro de 2017. Os dados são do Census e foram apresentados hoje.

Nos Estados Unidos, a confiança do construtor no mercado de residências unifamiliares recém-construídas desceu um ponto para um nível de 69 em abril, conforme mostrou hoje a  Associação Nacional de Construtores / Wells Fargo Housing Market Index (HMI), mas permanece em terreno firme. “A forte demanda por moradias está mantendo os construtores otimistas sobre as condições futuras do mercado”, disse o presidente da NAHB, Randy Noel, construtor de residências de LaPlace, LA. “No entanto, os construtores estão enfrentando restrições de oferta, como a falta de lotes custos de material de construção. As tarifas aplicadas à madeira canadense e outros produtos importados estão elevando os preços e prejudicando a acessibilidade das moradias”, considerou.

O índice HMI que mede o tráfego de compradores permaneceu estável em 51, o gráfico que mede as expectativas de vendas nos próximos seis meses caiu um único ponto, para 77, e o componente que mediu as condições atuais de vendas caiu dois pontos, para 75.

BRASIL

No Brasil, a  atividade econômica voltou a apresentar crescimento em fevereiro. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado hoje em Brasília.

No segundo mês do ano, a atividade econômica teve expansão de 0,09%, depois de uma queda de 0,65% em janeiro, de acordo com dados dessazonalizados (ajustados para o período) atualizados. No trimestre, o número é de 1,04% no índice dessazonalizado. O índice está em 131,21 (2002=100) e dessazonalizado em 137,95 em fevereiro.

Na comparação entre fevereiro deste ano e o mesmo mês de 2017, houve crescimento de 0,66% nos dados sem ajustes. No ano, a atividade econômica aumentou 1,80% e, em 12 meses, 1,32%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

No Brasil, o mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano. De acordo com a pesquisa do Banco Central (BC) junto a instituições financeiras, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu pela terceira semana consecutiva.

Desta vez, a projeção passou de 2,80% para 2,76%. Há quatro semanas, a estimativa estava em 2,83%. Para 2019, a expectativa permanece em 3% há 11 semanas seguidas. Os dados constam do Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central às segundas-feiras.

O mercado financeiro também tem alterado a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) passou de 3,53% para 3,48% na décima primeira redução consecutiva. Há quatro semanas o índice era de 3,63%.

A projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação foi ajustada de 4,09% para 4,07%, abaixo do centro da meta (4,25%).

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. De acordo com a previsão do mercado financeiro, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.

Para o câmbio, ficou em 3,31% de 3,29% na semana passada. Há quatro semanas,  a taxa era de 3,28%e para 2019, 3,35%.

No Brasil, a  inflação – medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) – ficou em 0,56% em abril deste ano, percentual superior ao de março (0,45%).

Em abril do ano passado, índice havia registrado deflação (queda de preços) de 0,76%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula inflação de 2,04% no ano e de 1,31% em 12 meses.

O aumento da taxa de inflação foi puxado pelos três grandes segmentos do IGP-10: atacado, varejo e construção civil. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de 0,63% em março para 0,70% em abril.

No Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,10% em março para 0,28% em abril. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,12% em março para 0,30% em abril. O IGP-10 é calculado com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

No Brasil, O IPC-S de 15 de abril de 2018 apresentou variação de 0,35%1, 0,04 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Habitação (0,32% para 0,44%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 1,57% para 1,78%.


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