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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,52%, em novembro. Em outubro, o índice variou 0,20%. Em novembro de 2016, a variação foi de -0,03%. A variação acumulada em 2017, até novembro, é de -1,40%. Em 12 meses, o IGP-M registrou taxa de -0,86%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Os dados foram apresentados nesta manhã.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,66%. No mês anterior, a taxa foi de 0,16%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,50%, em novembro. Em outubro, este grupo de produtos mostrou variação de 0,39%. Contribuiu para esta aceleração o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa de variação passou de 1,70% para 9,17%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,27%. Em outubro, a taxa foi de 0,32%.

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O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 1,93%. Em outubro, a taxa foi de 0,95%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção,cuja taxa de variação passou de 1,76% para 4,78%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,49%, ante 0,83%, em outubro.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou -0,68%, em novembro. Em outubro, o índice registrou variação de -1,05%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: leite in natura (-7,22% para -3,76%), mandioca (aipim) (-0,53% para 5,91%)e aves (1,80% para 4,19%). Em sentido oposto, destacam-se: milho (em grão) (10,75% para 5,09%), bovinos (0,76% para -1,33%) e laranja (5,70% para 1,39%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou, em novembro, variação de 0,28%, a mesma do mês anterior. A principal contribuição em sentido ascendente partiu do grupo Habitação (0,31% para 0,77%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,92% para 3,93%.

Também foram computados acréscimos nas taxas de variação de outras duas classes de despesa: Transportes (0,15% para 0,62%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,40%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: gasolina (0,27% para 2,32%) e perfume (-0,61% para 0,57%), respectivamente.

Já em sentindo descendente, a principal influência partiu do grupo Alimentação (0,18% para -0,19%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição para este movimento partiu do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 7,12% para 0,36%.

Os grupos Vestuário (0,50% para -0,32%), Educação, Leitura e Recreação (0,34% para -0,10%), Despesas Diversas (0,59% para -0,03%) e Comunicação (0,42% para 0,32%) também apresentaram decréscimos em suas taxas de variação. Para cada uma dessas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: roupas (0,65% para -0,46%), passagem aérea (4,89% para -7,63%), cigarros (1,30% para 0,17%) e tarifa de telefone residencial (0,03% para -0,97%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, taxa de variação de 0,28%. No mês anterior, este índice variou 0,19%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,61%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,44%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não registrou variação. No mês anterior, este índice variou -0,01%.


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