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O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,80%, em novembro. A variação registrada em outubro foi de 0,10%. Em novembro de 2016, a variação foi de 0,05%. A taxa acumulada em 2017, até novembro, é de 1,15%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula variação de -0,33%. O IGP-DI de novembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência. Os dados foram apresentados nesta manhã pela FGV/IBRE.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,06%, em novembro. Em outubro, a taxa foi de -0,03%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,61%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,29%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 1,06% para 10,02%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, repetiu a taxa do mês anterior, de 0,32%.

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O índice do grupo Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,98%, ante 1,22%, no mês anterior. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 0,54% para 7,02%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, apresentou variação de 1,19%. No mês anterior, a variação foi de 1,33%.

No estágio das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação passou de -1,92%, em outubro, para 0,52%, em novembro. Os destaques no sentido ascendente foram: minério de ferro (-12,35% para -3,75%), leite in natura (-7,49% para -1,10%) e mandioca (aipim) (1,49% para 6,37%).Em sentido descendente, vale mencionar: milho (em grão) (8,85%para 3,85%), laranja (4,89% para 0,44%) e aves (4,06% para 2,77%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,36%, em novembro, ante 0,33%, no mês anterior. Três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Transportes (0,08% para 0,80%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de -0,18% para 3,17%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (-0,12% para 0,33%) e Habitação (0,70% para 0,77%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: passagem aérea (-6,88% para 3,88%) e tarifa de eletricidade residencial (3,37% para 3,98%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Alimentação (0,24% para -0,26%), Despesas Diversas (0,32% para 0,08%), Comunicação (0,55% para 0,40%), Vestuário (0,05% para 0,01%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,39%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (10,29% para -3,91%), cigarros (1,02% para 0,02%), tarifa de telefone móvel (1,37% para -0,04%), roupas (0,19% para -0,01%) e medicamentos em geral (0,17% para 0,08%), respectivamente.

O núcleo do IPC registrou taxa de 0,23%, ante 0,24%, apurada no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 37 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 27 apresentaram taxas abaixo de -0,16%, linha de corte inferior, e 10 registraram variações acima de 0,68%, linha de corte superior. Em novembro, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 50,30%, ficando 7,10 pontos percentuais abaixo do registrado em outubro, quando o índice foi de 57,40%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, a mesma taxa de variação do mês anterior, de 0,31%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,63%. No mês anterior, este índice variou 0,67%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,05%. No mês anterior, este índice variou 0,01%.


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