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Sem a referência de Wall Street, a bolsa de ações de São Paulo operou de lado nesta quinta-feira. O lado político, com a reforma da Previdência mais enxuta e com mais polêmica, ficou no radar e deverá permanecer nos próximos dias. As elétricas ficaram valorizadas com preços do petróleo, bem como o avanço do minério de ferro puxando a Vale.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,04% aos 74.486 pontos. O volume financeiro ficou em R$4,2 bilhões. O IEE ficou em alta de 0,40%.

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“A bolsa ficou esvaziada com o feriado nos Estados Unidos, embora com o movimento melhor no começo da tarde. Nos próximos dias, com toda certeza, a cautela deverá ser mantida com o avanço das reformas, tanto aqui como lá fora. O que se vê, pelo menos por aqui, é o governo seguindo no esforço grande para que as mudanças na Previdência realmente ocorram, ainda que desidratada. Hoje o dia foi de baixa liquidez”, considerou o analista de investimentos da Corretora Magliano, Carlos Soares.

As ações com ganhos
Cemig PN, alta de 4,41%; Copel PNB, alta de 3,49%; TIM Part. ON, alta de 2,48%;SMILES ON, alta de 2,43%; e Eletrobras PNB, alta de 2,06%.

As ações com perdas
Ecorodovias ON, queda de 2,44%; Sabesp ON, queda de 1,92%; Rumo ON, queda de 1,87%; Klabin UNT, queda de 1,78%; e Hypermarcas ON, queda de 1,62%.

A Petrobras ON ficou em alta de 0,85% e a PN, alta de 0,503%.

A Vale ON ficou em alta de 1,32% e a PN, alta de 1,23%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 04 de setembro a 28 de dezembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (10,846%), Bradesco PN (8,485%), Ambev ON (7,039%), Petrobras PN (4,883%) e Vale ON (9,040%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, ficou em alta na bolsa de Futuros de Londres em 0,56% aos US$63,13 o barril.

O petróleo WTI ficou em alta de 0,93%, cotado a US$ 58,56 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 4,27% aos US$65,17 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$959,50, alta de 0,01%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$948,69 e alta de 0,89%, a tonelada.


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